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Denúncia à Ordem dos Médicos sobre enfermeiro diretor da ULS Alentejo Central

Ordem dos Enfermeiros recebeu denúncia anónima sobre o enfermeiro diretor da ULS Alentejo Central, com 15 queixas, remetida ao Conselho Jurisdicional

Ordem dos Médicos
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  • A Ordem dos Enfermeiros confirmou ter recebido uma denúncia anónima sobre o enfermeiro diretor da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central, Emanuel Boieiro, que foi remetida ao Conselho Jurisdicional.
  • A notícia do Observador sustenta que o enfermeiro diretor do Conselho de Administração da ULS Alentejo Central é alvo de quinze queixas por um suposto padrão de gestão baseado no medo, incluindo alegadas situações de assédio moral.
  • A Ordem dos Enfermeiros informou que o conteúdo da denúncia é sigiloso e que o Conselho Jurisdicional está a analisar os factos, sem divulgar mais detalhes.
  • O Conselho de Administração da ULS Alentejo Central confirmou ter recebido queixas contra o enfermeiro diretor e explicou que os mecanismos legais estão a ser acionados para averiguação.
  • A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde confirmou ter recebido as queixas dos enfermeiros da ULS e está a avaliar se abre um inquérito; Boieiro não atendeu pedidos de comentário.

A Ordem dos Enfermeiros confirmou nesta quarta-feira ter recebido uma denúncia anónima sobre o enfermeiro diretor Emanuel Boieiro, da ULS Alentejo Central. A queixa foi remetida ao Conselho Jurisdicional para apreciação, em sede confidencial.

O Observador publicou, na noite de quarta-feira, que Boieiro é alvo de 15 queixas por um alegado padrão de gestão baseado no medo. Segundo o jornal, enfermeiros denunciaram ao CA da ULS e ao departamento do trabalho situações de assédio moral, ameaças e humilhação.

A OE limitou-se a confirmar o recebimento da denúncia e informou que o caso está a ser analisado pelo Conselho Jurisdicional, sem revelar conteúdos. O órgão destaca a necessidade de diligências no âmbito do sigilo processual.

O Conselho de Administração da ULS Alentejo Central confirmou ter recebido queixas contra o enfermeiro diretor. Explicou que as exposições são analisadas pelos mecanismos legais, com respeito por dados pessoais e pelos direitos de todos os profissionais.

A ULS acrescentou que, quando justificado, são desencadeados processos de averiguação, inquérito ou outros mecanismos legais admissíveis, visando apurar a verdade material e determinar responsabilidades pelas entidades competentes.

A instituição pediu reserva de dados de processos, situações disciplinares e informações de saúde dos profissionais, sem consentimento. Reforçou ainda a importância de averiguar os factos e rejeitou generalizações sobre as equipas.

Contactado pela Lusa, Emanuel Boieiro não respondeu. Carolina Ribeiro, coordenadora do SEP no Alentejo, confirmou ter tomado conhecimento da notícia, mas não recebeu informação oficial.

Luís Barreira, bastonário da OE, afirmou ao Observador que o caso está a ser investigado e que o órgão disciplinar foi acionado. A IGAS disse ter recebido queixas de enfermeiros da ULS e que analisa o conteúdo para eventual abertura de inquérito.

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