- A Comissão de Trabalhadores do INEM diz que o instituto está em crise e aproxima-se de “um Titanic a caminho do icebergue”, contestando a afirmação da ministra da Saúde de que não está em crise.
- Alega que está em crise a confiança dos profissionais, a liderança e a qualidade da direção.
- Criticam medidas aprovadas pelo Governo por terem impacto sem avaliação, estudo ou explicação prévia.
- Consideram as medidas insuficientes para reorganizar uma instituição crítica para a proteção da vida humana.
O INEM está em crise, segundo a Comissão de Trabalhadores do instituto, que afirma que o organismo se aproxima de um “Titanic a caminho do icebergue” e não de uma instituição preparada para responder ao país. A crítica surge após declarações da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, que afirmou que o INEM “não está em crise”.
A Comissão acusa a liderança de perder a confiança dos profissionais e aponta uma gestão com falhas de qualidade. Alegam que as medidas anunciadas pelo Governo não foram previamente avaliadas nem explicadas, e consideram-nas insuficientes para reorganizar um serviço crítico para a proteção da vida.
Os trabalhadores destacam impactos das ações governamentais, afirmando que não houve estudo adequado sobre consequências operacionais. O objetivo, dizem, é manter a capacidade de resposta em emergências sem deixar de fora a qualidade do atendimento.
A discussão envolve também a percepção de que as reformas procuram transformar o INEM sem reforçar recursos humanos, formação e equipamentos. Em conjunto, os trabalhadores defendem uma avaliação independente das medidas para garantir uma resposta eficaz em situações de emergência.
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