- Mais de cem enfermeiros protestam em Lisboa, numa mobilização que coincide com o Dia Internacional do Enfermeiro.
- Os manifestantes concentraram-se no Campo Pequeno pelas 10h30 e, às 11h50, chegaram ao Ministério da Saúde, esperando uma reunião sobre a contagem de pontos para progressão na carreira.
- O presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses pediu ao Ministério da Saúde que convoque uma reunião para discutir a avaliação de desempenho e a contagem de pontos.
- A greve envolve os setores público, privado e social, com adesão prevista especialmente nos centros de saúde e nas consultas externas; os serviços mínimos estão assegurados.
- O SEP exige contratação de mais profissionais, fim dos contratos precários, pagamento de retroativos de 2018 a 2021, 35 horas semanais para todos e rejeita o pacote laboral e o novo Acordo Coletivo de Trabalho.
O protesto de mais de uma centena de enfermeiros decorreu em Lisboa, na região de Campo Pequeno, durante o dia de greve. Os profissionais concentraram-se pelas 10h30 e, perto das 11h50, tinham já chegado ao Ministério da Saúde.
Segundo a estrutura sindical, o objetivo central é obter uma reunião com o Governo para discutir a contagem de pontos na progressão na carreira, após a paralisação associada ao Dia Internacional da Enfermagem. A greve envolve setores públicos, privados e sociais.
Os enfermeiros reivindicam a contratação de mais profissionais, o fim de contratos precários e o pagamento de retroativos de 2018 a 2021. O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) aponta uma adesão elevada especialmente nos centros de saúde e nas consultas externas.
Reivindicações principais
O SEP solicita um horário de 35 horas semanais para todos os enfermeiros e rejeita o novo pacote laboral proposto pelo Governo, bem como a negociação de um novo Acordo Coletivo de Trabalho, considerado que pode reduzir rendimentos. O sindicato assegura que os serviços mínimos estão garantidos.
O objetivo da greve é obter uma avaliação de desempenho justa, sem quotas, que reconheça a prestação de cuidados e as competências de cada profissional. A mobilização foi anunciada como parte de uma ação nacional de toda a enfermagem portuguesa.
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