- O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, manifestou-se contra a criação de um exército europeu, durante declarações à margem de uma reunião de ministros da Defesa da UE em Bruxelas.
- Melo afirmou que a oposição a um exército europeu é antiga e mantém-se no Governo, não apenas no Parlamento.
- Defende que a UE deve reforçar o pilar europeu da NATO, através de melhor preparação dos militares, modernização de infraestruturas e equipamento, e resposta às missões dentro e fora da UE.
- Espanha tem defendido a criação de um exército europeu, dizendo que deveria ocorrer de imediato, não em dez anos, para preservar a sua liberdade em contexto de tensões com os EUA.
- A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, já descartou a ideia, afirmando que é ilusória e apelando ao reforço das Forças Armadas dos estados europeus.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, declarou em Bruxelas, à margem de uma reunião dos ministros da Defesa da UE, que é contra a criação de um exército europeu. A posição é antiga, segundo o governante, e mantém-se no atual Executivo.
Melo afirmou que o foco deve ser reforçar a defesa dentro da NATO, com melhores condições para os militares, modernização de infraestruturas e equipamentos, e capacidade para cumprir missões dentro e fora da UE. Disse que isso é diferente de um exército europeu.
A posição do Governo espanhol sobre a criação de um exército europeu tem sido de defesa imediata, não a longo prazo, argumentando que servirá para manter a liberdade num contexto de tensões com os EUA. A ideia foi alvo de críticas internacionais.
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, já afastou a proposta, considerando-a ilusória, defendendo antes o reforço das Forças Armadas dos países-membros. A mensagem enfatiza a cooperação e a capacidade de cada Estado.
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