O novo regime de remuneração de horas extraordinárias para médicos em quadros de hospitais pretende valorizar disponibilidades para blocos de 48 horas, para além dos limites obrigatórios de 150 ou 250 horas. A majoração aplica-se quando as horas não são necessariamente utilizadas.
A medida foca-se nos serviços de urgência, incentivando médicos a manter disponibilidade adicional. Caso o serviço não seja acionado, o incentivo extra continua a ser pago. A lógica é aumentar a prontidão da equipa médica de urgência.
A reação inicial surge de Xavier Barreto, presidente da associação que representa os administradores hospitalares. Ele afirma que a prática parece não fazer sentido e aponta para a possibilidade de desperdício de recursos.
Quem está envolvido inclui médicos dos quadros dos hospitais, as direções hospitalares e a associação que representa os administradores. O objetivo é melhorar a resposta em urgências sem depender de acionamento efetivo.
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