- Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) associa o apetite emocional em crianças a um maior risco de obesidade e diabetes na idade adulta.
- Crianças com apetite descontrolado podem ter pressão arterial elevada, resistência à insulina e perímetro da cintura maior no início da adolescência.
- a pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira e, segundo a primeira autora Alexandra Costa, a ingestão emocional está ligada a piores marcadores cardio-metabólicos.
- O estudo sugere que o apetite ávido está relacionado a alterações relevantes nos indicadores de saúde cardiovascular e metabólica durante a adolescência.
O estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) aponta que o apetite emocional em crianças está ligado a um risco maior de obesidade e diabetes na vida adulta. As conclusões foram divulgadas nesta segunda-feira.
Segundo a investigação, o apetite descontrolado tende a coincidir com hipertensão, resistência à insulina e perímetro da cintura mais elevado já no início da adolescência. Estes são considerados marcadores cardio-metabólicos menos favoráveis.
A pesquisadora principal, Alexandra Costa, explica que a ingestão emocional está associada a piores indicadores de saúde metabólica. O trabalho ressalta a importância de monitorizar padrões alimentares desde a infância para prevenir problemas futuros.
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