- A Unidade Local de Saúde do Alentejo Central investe quatro milhões de euros, financiados pelo PRR, para renovar os equipamentos de radioterapia do hospital de Évora, a partir de 1 de junho.
- O projeto implica uma reorganização temporária da atividade da Unidade de Radioterapia de Évora para assegurar o acompanhamento clínico dos doentes.
- As obras duram, no mínimo, quatro meses, durante os quais o hospital deixará de realizar tratamentos de radioterapia; estes serão feitos em unidades externas mais próximas da residência dos utentes.
- Doentes cujo plano de tratamento termine após 29 de maio já foram encaminhados para unidades externas, assegurando a continuidade do tratamento sem interrupções.
- O acompanhamento clínico continua a ser assegurado pela equipa da ULSAC, com a primeira consulta em Évora e encaminhamentos organizados para as unidades onde decorrerá o tratamento.
A Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) vai renovar e modernizar os equipamentos de radioterapia do hospital de Évora, a partir de 1 de junho, num investimento de 4 milhões de euros financiados pelo PRR. O objetivo é melhorar a qualidade e a eficácia dos tratamentos.
Para cumprir o plano, será necessária uma reorganização temporária da atividade da Unidade de Radioterapia de Évora, assegurando o acompanhamento clínico dos doentes. As obras devem decorrer durante pelo menos quatro meses, período em que o hospital ficará sem realizar tratamentos de radioterapia.
Durante a interrupção, os tratamentos serão assegurados em unidades externas à região, o mais perto possível da residência dos utentes e, sempre que possível, de acordo com as preferências destes. Os doentes cujo plano de tratamento termine após 29 de maio já estão a ser encaminhados para estas unidades externas.
Os serviços da ULSAC destacam que a continuidade do tratamento será garantida sem interrupções ou transferências entre unidades, mantendo o acompanhamento clínico na região. A primeira consulta e a avaliação inicial permanecem em Évora, com encaminhamento subsequente para a unidade onde decorrerá o tratamento.
A organização do percurso clínico será monitorizada para assegurar a continuidade dos cuidados e a adequada articulação entre equipas. A ULSAC reconhece os constrangimentos logísticos, especialmente quanto a deslocações, e planeia medidas para minimizar impactos.
Nenhum doente ficará sem tratamento, que será realizado em tempo clinicamente adequado e de acordo com as boas práticas. A renovação dos equipamentos visa substituir a tecnologia atual por soluções mais modernas, com benefícios diretos na qualidade dos tratamentos.
A renovação e modernização pretendem assegurar condições de tratamento melhores e uma resposta mais diferenciada para os utentes da ULSAC, reforçando a capacidade terapêutica do hospital de Évora.
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