Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Menina de 5 anos é enterrada viva pela mãe e padrasto no Brasil

Autópsia revela que a menina esteve viva ao ser enterrada; mãe e padrasto confessaram o crime e seguem para julgamento

Maria Clara
0:00
Carregando...
0:00
  • A menina Maria Clara Lisboa, de cinco anos, foi assassinada pela mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e pelo padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, no Brasil, conforme confessaram o crime.
  • A autópsia revelou terra na traqueia, sugerindo que ainda respirava; houve traumatismo craniano compatível com as agressões antes do enterro.
  • O corpo foi encontrado a 14 de outubro de 2025, enterrado há cerca de vinte dias, perto da casa onde vivia com a mãe e o padrasto, que confessaram no mesmo dia.
  • A avó paterna denunciou o desaparecimento ao Conselho Tutelar no início de outubro; a polícia já investigava a família por ameaças anteriores do padrasto.
  • A primeira audiência está marcada para 19 de maio, para decidir se o casal vai a júri popular pela morte da criança; há ainda um áudio em que o padrasto relata a morte ao pai biológico.

A menina Maria Clara Lisboa, de cinco anos, foi encontrada morta em outubro no Brasil. Mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, confessaram o crime. O corpo foi enterrado junto da casa onde a família vivia, em condições que sugerem sepultamento próximo ao imóvel.

A autópsia, divulgada pela TV TEM, revelou terra na traqueia da criança, indicativo de que ainda respirava. Além disso, foram observados traumatismos cranianos compatíveis com agressões sofridas antes de ser enterrada.

Segundo o G1, Maria Clara foi encontrada morta a 14 de outubro de 2025, enterrada perto da residência. O corpo já estava em avançado estado de decomposição; a mãe e o padrasto teriam confessado no mesmo dia à polícia, após diligências da equipa.

Desdobramentos

A avó paterna da criança denunciou o desaparecimento no início de outubro ao Conselho Tutelar. A família já era acompanhada pela instituição devido a um episódio de ameaça do padrasto à filha da relação anterior da mãe.

Relatos indicam que a menina era alvo de agressões frequentes; o padrasto possuía histórico criminal e exercia pressão psicológica sobre Maria Clara e a mãe. A vítima estaria sob uso de violência como forma de controle.

Foi também divulgado um áudio, enviado pelo padrasto ao pai biológico, no qual mencionava a morte da criança e a possível cessação do vínculo entre o pai e a mãe. A avó afirma que a gravação terá sido enviada duas semanas antes da localização do corpo.

A cerimónia fúnebre ocorreu a 15 de outubro de 2025, com a presença apenas dos familiares do pai biológico. A primeira audiência do caso está marcada para 19 de maio, para decidir se o casal vai a júri popular pela morte da menina.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais