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Internamentos sociais sobem 20% num ano

Internamentos sociais sobem 20% no SNS, com 2.807 doentes em março, gerando custos superiores a 350 milhões de euros e pressionando a capacidade hospitalar

Internamentos sociais têm um custo anual superior a 
260 milhões de euros
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  • Entre março de 2025 e março deste ano, o número de camas ocupadas por internamentos sociais nos hospitais do SNS aumentou 20%.
  • No total, há 2.807 doentes nesta situação, mais 465 do que há um ano.
  • Os internamentos inapropriados representam quase 14% da população internada em hospitais públicos e custam ao Estado mais de 350 milhões de euros.
  • Foram 439.871 dias de internamentos inapropriados num ano, com a média de 157 dias por utente; 85% concentram‑se em Lisboa e Vale do Tejo e no Norte.
  • As principais causas são a falta de resposta na RNCCI (45%), a falta de vagas em estruturas residenciais para idosos e fatores sociais/familiares complexos; propostas incluem reforçar a capacidade fora do hospital e agilizar o Regime do Maior Acompanhado, bem como investir no apoio domiciliário.

Internamentos sociais nos hospitais do SNS aumentaram 20% entre março de 2025 e março deste ano. No total, 2807 doentes permanecem, 465 a mais que há um ano, devido à falta de vagas e à resposta inadequada fora do hospital. O custo para o Estado excede 350 milhões de euros.

Os internamentos inapropriados representam quase 14% da população hospitalar pública. Em média, cada utente fica 157 dias internado neste regime. Regiões de Lisboa, Vale do Tejo e do Norte concentram 85% dos casos.

Principais causas apontadas pelo Barómetro: falha na Rede Nacional de Cuidados Continuados (RNCCI) responsável por 45% dos casos, seguida pela escassez de vagas em lares para idosos. Situações sociais e familiares complexas também pesam na estatística.

O presidente da APAH afirma que a situação compromete a capacidade de resposta do SNS e a eficiência dos serviços. Apela ao reforço da capacidade instalada fora do hospital e à agilização de processos legais, como o Regime do Maior Acompanhado, que bloqueia a alta clínica._prioridade_ é o investimento no apoio domiciliário e nos cuidadores.

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