- O PCP afirmou que a demora na reabertura da urgência cirúrgica de Mirandela deve-se à falta de vontade política do Governo, com o encerramento ocorrido há dois anos.
- O encerramento obriga utentes de Mirandela e concelhos vizinhos a deslocarem-se para Bragança, percorrendo dezenas de quilómetros.
- O PCP já questionou o Governo na Assembleia da República sobre o encerramento da urgência cirúrgica de Mirandela.
- O partido acusa desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde e prevê colapso dos serviços no verão devido à não contratação de médicos e enfermeiros e à falta de reforço de equipamentos.
- A iniciativa integra a Jornada Nacional pela defesa do SNS, com ações previstas no hospital de Bragança e em centros de saúde do distrito.
O PCP afirmou que a demora na reabertura da urgência cirúrgica do hospital de Mirandela, encerrada há dois anos, resulta da falta de vontade política do Governo. A denúncia foi feita durante uma ação junto ao hospital.
O partido ouviu utentes e profissionais de saúde presentes no local. Reforçou que já questionou o Governo na Assembleia da República sobre o encerramento, que obriga moradores de Mirandela e municípios vizinhos a deslocarem-se para Bragança, percorrendo dezenas de quilómetros.
Segundo o PCP, há evidências de desinvestimento no SNS. O partido alega que não houve contratações de médicos e enfermeiros nem reforço de equipamento, o que, na sua perspetiva, favorece o colapso dos serviços este verão.
A ação faz parte da Jornada Nacional pela defesa do SNS, com o PCP a anunciar que vão ocorrer novos eventos semelhantes no hospital de Bragança e em centros de saúde do distrito. A organização pretende chamar a atenção para a condição da urgência em Mirandela.
Contexto e perspetivas
O PCP sustenta que a questão continua sem resolução e que a população do sul do distrito permanece dependente de deslocações longas para aceder a cirurgia. O partido não indicou datas de reabertura ou soluções alternativas neste momento.
A autoridades locais não se pronunciaram publicamente sobre a reabertura da urgência. O Governo mantém, até ao momento, posicionamento oficial que não foi divulgado neste texto.
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