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Alerta sobre riscos do Botox e ácido hialurónico por quem não está habilitado

Campanha alerta para riscos de botox e ácido hialurónico aplicados por profissionais não habilitados, com aumento de denúncias e risco de infeções e deformações permanentes

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  • A campanha de alerta, apresentada a 21 de abril na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, alerta para riscos de botox e preenchimentos com ácido hialurónico feitos por profissionais não habilitados.
  • Organizadores: Entidade Reguladora da Saúde (ERS), Infarmed, ASAE e Direção-Geral do Consumidor, que destacam infeções graves, morte de tecidos e deformações permanentes como potenciais problemas.
  • Autoridades apontam aumento de denúncias e de procura por estes procedimentos, impulsionados pelas redes sociais e pela divulgação.
  • A iniciativa não pretende desencorajar a realização de procedimentos estéticos, mas capacitar os consumidores a escolherem de forma consciente, segura e responsável.
  • Nos últimos nove anos, foram registadas cerca de mil denúncias relacionadas com procedimentos faciais realizados por pessoas não habilitadas.

A campanha de alerta foi lançada na terça-feira, 21 de abril, para informar sobre os riscos de botox e preenchimento com ácido hialurónico quando realizados por profissionais não habilitados. A iniciativa surge junto das denúncias de serviços estéticos realizados sem habilitação.

A campanha reúne quatro entidades reguladoras: ERS, Infarmed, ASAE e Direção-Geral do Consumidor. O objetivo é capacitar os utentes a identificar potenciais riscos e a tomar decisões mais informadas, sem desencorajar a realização de procedimentos.

Objetivo da campanha

O foco é esclarecer que estes procedimentos são, em muitos casos, realizados fora da área cirúrgica, com risco de infeções graves, morte de tecidos e deformações permanentes. As autoridades destacam a crescente procura motivada por redes sociais.

Mariana Mota Torres, vogal do conselho de administração da ERS, sublinha que a cirurgia não está envolvida, mas os riscos existem quando a intervenção é feita por alguém sem qualificação adequada. A campanha pretende empoderar consumidores para escolhas responsáveis.

A iniciativa partiu do aumento de denúncias sobre locais que prestam estes serviços sem habilitação. As autoridades relatam também mais intervenções reportadas pelas entidades dentro do seu quadro legal.

Entre o material de lançamento está um vídeo com o testemunho de uma mulher que recorreu a um estabelecimento não habilitado, ficando com complicações e necessidade de correção dispendiosa. O caso ilustra riscos reais.

Dados oficiais indicam que, nos últimos nove anos, as entidades receberam cerca de mil denúncias relacionadas com procedimentos faciais efetuados por não habilitados. O alerta visa reduzir este tipo de ocorrências.

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