- O sindicato afirma que a falha informática no SNS continua a provocar constrangimentos na passagem de receitas, na prescrição e no acesso a consultas.
- A falha estaria a afetar o Alentejo e a Grande Lisboa, apesar de o Serviço Partilhado do Ministério da Saúde (SPMS) dizer que, globalmente, o sistema funciona normalmente.
- Em algumas zonas, como a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central e Loures, a situação é localmente problemáticas, com normalização em Loures e sem situações identificadas na região da Grande Lisboa.
- O sindicato alerta para risco acrescido de erros médicos, devido à indisponibilidade do historial clínico do doente e à dúvidas sobre a comparticipação de medicamentos na farmácia.
- O hospital de Évora reporta constrangimentos no serviço de urgência, com planos de contingência ativados para assegurar cuidados, mas com provável aumento dos tempos de espera.
Do SNS continua a registar falhas informáticas iniciadas na manhã de sexta-feira, com impacto na prescrição de receitas e acesso a consultas. A situação persiste no sábado, segundo informações recolhidas pela Lusa junto de fontes sindicais e da SPMS. O problema afecta várias unidades, principalmente no Alentejo Central e na Grande Lisboa.
O sindicato dos médicos aponta que ainda existem locais onde não é possível processar prescrições ou aceder ao historial clínico do doente. Além disso, há relatos de dificuldades de acesso às farmácias, com utentes a verem as suas receitas em atraso ou com dispensa incompleta.
A SPMS assegura, em termos gerais, que o sistema está a funcionar normalmente. Indica que na Unidade Local de Saúde do Alentejo Central o problema é local e que em Loures e na região da Grande Lisboa não foram verificadas situações críticas. A avaliação continua a depender de monitorização contínua.
Situação por região
Alerte-se que o acesso a consultas pode ainda ficar limitado em alguns serviços, com reflexos nos tempos de espera e na emissão de documentos. O histórico global do doente não está totalmente normalizado, o que pode agravar erros médicos potenciais.
A Unidade Local de Saúde do Alentejo Central informou que ativou planos de contingência para manter a prestação de cuidados e minimizar impactos. O serviço de Urgência Polivalente do hospital de Évora funciona com constrangimentos, segundo a ULSAC, e solicita compreensão aos utentes.
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