- Carolina Matos, 25 anos, enfrentou um meningioma e um AVC após o início de 2024.
- O diagnóstico surgiu quando, a recuperar de uma cirurgia ao tornozelo direito, começou a ter dores de cabeça.
- A TAC revelou uma massa no cérebro; exames confirmaram o meningioma.
- A cirurgia, inicialmente prevista para quatro horas, prolongou-se para oito devido ao AVC durante o procedimento.
- O AVC deixou-a sem conseguir mexer o braço e a perna esquerdos; aos 23 anos ficou confinada a uma cama e iniciou a recuperação para voltar a andar.
Carolina Matos, 25 anos, enfrenta há dois anos um percurso de doença grave que mudou a sua vida. Um tumor cerebral seguido de um AVC marcaram o início de 2024, num contexto de recuperação e adaptação diária.
Nos primeiros dias de 2024, após celebrar o aniversário, Carolina sofreu uma queda que lhe quebrou dois ossos do tornozelo direito. Foi operada, iniciando a recuperação, quando surgiram dores de cabeça persistence.
O exame de TAC revelou uma massa no cérebro, confirmando um meningioma, tumor que se desenvolve nas meninges. A cirurgia, prevista para quatro horas, prolongou-se para oito devido ao AVC que a afetou durante o procedimento.
O AVC deixou-a sem a mobilidade da mão e perna esquerdas, agravando-se pela fratura ainda não consolidada no tornozelo direito. Aos 23 anos, ficou confinada a uma cama, enfrentando um longo caminho de reabilitação para voltar a andar.
Diagnóstico e intervenção
O diagnóstico de meningioma levou à intervenção cirúrgica, com acompanhamento médico contínuo. Contudo, o AVC exigiu ajustes na recuperação, com foco na reabilitação motora do lado afetado.
Recuperação e perspetiva
Apesar das dificuldades, Carolina descreve a evolução como um aprendizado diário. Recorre a fisioterapia e apoio multidisciplinar para reconquistar movimentos e autonomia, mantendo uma visão de futuro mais estável.
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