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Especialistas lamentam que reabilitação respiratória chegue a apenas 1% dos doentes

Especialistas lamentam que apenas 1% dos doentes tenha acesso à reabilitação respiratória e defendem a sua expansão para cuidados primários e domicílio

Especialistas lamentam que reabilitação respiratória só chegue a 1% dos doentes
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  • A reabilitação respiratória está disponível para apenas 1% dos doentes, secondo a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP).
  • A SPP defende o alargamento aos centros de saúde e ao domicílio, saindo do hospital para cuidados primários, redes comunitárias e casa.
  • Os benefícios incluem melhoria de sintomas, qualidade de vida, maior capacidade de exercício e redução de exacerbações, internações e absentismo.
  • O programa envolve exercícios, técnicas respiratórias, educação, apoio a comportamentos saudáveis e apoio nutricional, com evidência robusta, especialmente na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC).
  • O comunicado foi divulgado no Dia Nacional da Reabilitação Respiratória, a 21 de abril, e assinala melhorias na evolução clínica do doente internado, desde enfermaria até cuidados intensivos.

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) alerta que a reabilitação respiratória está disponível para apenas 1% dos doentes. O objetivo é ampliar o acesso, especialmente para pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) estável ou em crise, reduzindo a sobrecarga nas urgências.

A SPP defende que estes programas, que incluem exercícios, técnicas respiratórias e apoio à mudança de comportamentos, saiam dos hospitais e avancem para os cuidados primários, redes comunitárias e domicilio. A ideia é facilitar o acesso por meio de formação disseminada e articulação com centros especializados.

Proposta para ampliar o acesso

Carlos Figueiredo, integrante do grupo de trabalho da Reabilitação Respiratória da SPP, sublinha que o modelo atual está centrado em unidades especializadas. A recomendação é estruturar a reabilitação nos serviços de saúde primários, redes comunitárias e domicílios, com cooperação com hospitais e centros de investigação.

A intervenção pode aumentar a adesão e sustentabilidade dos programas, mantendo a qualidade com formação adequada. Os benefícios citados incluem melhoria de sintomas, maior capacidade de exercício e qualidade de vida, bem como redução de exacerbações e idas a urgências.

Benefícios e âmbito clínico

Além de reduzir internações e visitas de urgência, a reabilitação está associada a menor absenteeismo laboral e escolar. Algumas evidências apontam ainda para efeitos positivos na mortalidade, segundo o grupo de trabalho da SPP.

O programa envolve treino aeróbico, fortalecimento, técnicas respiratórias, educação e apoio a hábitos saudáveis, incluindo aconselhamento nutricional. A SPP alega evidência robusta de benefício para a DPOC estável ou em crise, e resultados promissores noutras doenças respiratórias crónicas.

Contexto e jornalismo de saúde

A SPP emitiu o comunicado para o Dia Nacional da Reabilitação Respiratória, que se assinala a 21 de abril, destacando impactos no doente internado — desde enfermaria até cuidados intensivos — e a evolução clínica associada à reabilitação.

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