- Profissionais de farmácia dizem ter a percepção de que estão a aumentar os utentes que não conseguem comprar todos os medicamentos, alerta Hélder Mota Filipe, bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, ao PÚBLICO.
- A co-participação dos medicamentos deve ser adequada às necessidades de cada pessoa, conforme defendido pelo bastonário.
- Hélder Mota Filipe aponta dificuldades de acesso a fármacos e sublinha a pressão económica sobre famílias para manter tratamento.
- O bastonário sublinha a importância de que a direção executiva do Serviço Nacional de Saúde atue como um maestro agregador, coordenando esforços entre privadas e públicas.
- A entrevista mencionada é publicada pelo PÚBLICO (fonte primária: PÚBLICO), sem edições adicionais de contexto no resumo.
O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Hélder Mota Filipe, alerta para um crescimento de utentes que não conseguem comprar todos os medicamentos com a comparticipação existente. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal Público.
Segundo Mota Filipe, a percepção entre os profissionais é de que cada vez mais pacientes veem-se obrigados a escolher entre fármacos, devido aos valores de comparticipação. O impacto é sentido nas farmácias, com dificuldades de acesso a tratamentos essenciais.
O bastonário sustenta a necessidade de uma resposta coordenada e solicita que a direção executiva do Serviço Nacional de Saúde atue como maestro agregador, promovendo uma abordagem integrada entre os diferentes serviços e estruturas de saúde. A ideia é ajustar procedimentos e apoios conforme as necessidades de cada utente.
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