- Luana Cardoso, uma jovem de Barcelos, luta contra a algoneurodistrofia (Síndrome de Dor Regional Complexa) há cerca de uma década.
- Um tratamento de neuromodulação central e periférica, iniciado em fevereiro na Universidade do Minho, trouxe melhorias e permitiu que ela se sentasse por algumas horas por dia.
- O avanço corre risco de retroceder, pois o tratamento custa mais de mil euros por mês, valor que a família não consegue suportar sozinha.
- A família criou uma campanha de angariação de fundos e Luana partilhou um vídeo nas redes sociais a pedir apoio para manter o tratamento.
- A doença evoluiu a partir de uma lesão em treino de judo, levando à imobilidade total e a dores intensas até ao estado atual; manter o tratamento é visto como crucial para preservar os ganhos alcançados.
Luana Cardoso, jovem de Barcelos, enfrenta uma doença rara há cerca de uma década. A progressão levou-a a uma imobilidade quase completa e a dor constante, período que começou a mudar com um tratamento inovador de neuromodulação. A esperança surge com melhorias observadas desde fevereiro, na Universidade do Minho.
Pela primeira vez em muitos anos, Luana consegue sentar-se durante algumas horas por dia. O progresso é considerado significativo face ao estado anterior de dependência total. No entanto, sem continuidade do tratamento, os ganhos podem regredir.
A família de Luana lançou uma campanha de crowdfunding para assegurar o custo do tratamento, que ultrapassa 1000 euros mensais. O agregado familiar vive apenas do rendimento do pai, já que a mãe é cuidadora em tempo inteiro.
Campanha de angariação de fundos
Luana partilhou um vídeo nas redes sociais, contando o percurso e apelando a apoio para manter o tratamento. A campanha visa cobrir as despesas associadas a neuromodulação central e periférica iniciadas em junho na instituição de ensino superior.
A doença surgiu após uma lesão em treino de judo há cerca de 10 anos e evoluiu de forma agressiva, levando à perda progressiva de mobilidade. Os responsáveis pela família destacam a importância de manter o tratamento para evitar retrocessos.
A continuidade do tratamento é apresentada como crucial para preservar os ganhos já alcançados. A família agradece a solidariedade de quem puder contribuir para que Luana permaneça em melhor estado de saúde.
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