- Reportagem digital do PÚBLICO, “Dislexia. Aprender com um cérebro que nos prega partidas”, ganhou o Grande Prémio no Prémio Jornalismo em Saúde, 10.ª edição, promovido pela Apifarma e pelo Clube de Jornalistas.
- A obra, da jornalista Sofia Neves, com infografia de Cátia Mendonça, Gabriela Pedro, Francisco Lopes e fotografia de Manuel Roberto e Daniel Rocha, analisa os desafios da dislexia e o impacto na leitura, escrita e desempenho escolar.
- O projeto recorre a multimédia para que o leitor possa experienciar o olhar de uma criança disléxica, incluindo uma mancha de texto correspondente à condição.
- Na categoria carreira, foi distinguida a jornalista Helena Neves Marques, da agência Lusa, pelo trabalho de longo curso no jornalismo em saúde.
- O prémio premiou ainda trabalhos de várias categorias: imprensa (Expresso), televisão (RTP), rádio (TSF), televisão digital (TSF), universitários (Universidade do Porto) e tema específico sobre imunidade (revista Visão).
O PÚBLICO recebeu o Grande Prémio na 10.ª edição do Prémio Jornalismo em Saúde, numa distinção atribuída pela Apifarma e pelo Clube de Jornalistas. A homenagem recai sobre a reportagem digital centrada na dislexia nas crianças, direcionando o foco para as dificuldades de escrita e leitura que se espalham a várias áreas curriculares.
A obra, intitulada Dislexia. Aprender com um cérebro que nos prega partidas, é da autoria de Sofia Neves, com infografia de Cátia Mendonça, Gabriela Pedro e Francisco Lopes, fotografia de Manuel Roberto e Daniel Rocha. A peça recorre a multimédia para permitir que o leitor se situe no lugar de uma criança disléxica. O trabalho acompanha ainda o impacto nas aprendizagens ao longo da vida.
A distinção na categoria carreira foi atribuída à jornalista Helena Neves Marques, da agência Lusa, pelos anos de trabalho na área da saúde. Na imprensa, Raquel Albuquerque e Sofia Miguel Rosa (Expresso) destacaram-se com o tema da mortalidade em diferentes concelhos.
Na televisão, Paula Martinho da Silva, David Araújo e Maria Queirós receberam o prémio pela reportagem A Aldeia onde o esquecimento pode viver, transmitida pela RTP no programa Linha da Frente. A peça aborda solidão, envelhecimento e memória numa localidade específica.
Na rádio, Fátima Valente e André Tenente foram premiados pela peça na TSF sobre Ataxia de Friedreich, destacando o aspeto familiar e as barreiras de acesso a um tratamento existente. Também na TSF, Ana Sousa e Cláudia Alves Mendes venceram pela análise de como a língua pode limitar o acesso dos imigrantes ao Serviço Nacional de Saúde.
O prémio para trabalhos universitários ficou com Liliana da Silva Costa e Sofia Martins, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, por uma investigação sobre questões centrais da saúde feminina. O júri reconheceu a importância da literacia e da visibilidade de temas pouco explorados.
Na categoria temático, Sónia Calheiros foi premiada pelo artigo Imunidade: como reforçar o nosso exército, publicado na Visão, que explica mecanismos de defesa e apresenta estratégias para o bem-estar de forma acessível e fundamentada.
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