- A Liga Portuguesa contra o Cancro foi criada em abril de 1941, em Lisboa, pelo prof. Francisco Gentil Martins, pioneiro na luta contra o cancro em Portugal.
- Foi reconhecida como Associação Cultural de Serviço e Utilidade Pública sem fins lucrativos.
- Em 1964 foram criados cinco núcleos — Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira — e a Liga Nacional, definindo missão e diretrizes.
- Hoje atua na promoção da saúde, prevenção, diagnóstico precoce, apoio social, económico e humano ao doente oncológico e à família, bem como na formação e investigação em oncologia.
- Ao celebrar 85 anos, a instituição reafirma o compromisso com um futuro em que o cancro seja mais prevenível, tratável e curável, com os doentes vistos com dignidade e acompanhados com base na solidariedade.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro celebra 85 anos desde a sua criação, em Lisboa, em abril de 1941. Foi fundada pelo professor Francisco Gentil Martins, que liderou a luta contra o cancro em Portugal. A Liga foi reconhecida, posteriormente, como Associação Cultural de Serviço e Utilidade Pública sem fins lucrativos.
Em 1964, foram criados cinco núcleos regionais — Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira — e, ao mesmo tempo, nasceu a Liga Nacional, responsável pela missão e pelas linhas orientadoras da organização. A instituição consolidou-se como mobilizadora cívica.
A história da Liga acompanha a evolução da luta contra o cancro no país, expandindo-se para áreas de prevenção, diagnóstico precoce, apoio social e investigação oncológica. A Liga enfatiza sempre o doente como centro do cuidado, com dignidade e direitos.
Legado e compromisso com o futuro
A organização mantém o foco na informação clara, consentimento informado e confidencialidade, defendendo mudanças junto de entidades públicas, incluindo a Assembleia da República. Entre as matérias defendidas estão o atestado multiusos, baixa de 100%, e reintegração laboral do doente oncológico.
A Liga reforça o objetivo de tornar o cancro cada vez mais prevenível, tratável e curável. O compromisso passa pelo acompanhamento digno do doente e pela continuidade da solidariedade como base de apoio.
Entre na conversa da comunidade