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Faltam profissionais nos cuidados continuados; grupo avalia financiamento justo

Grupo avalia financiamento justo para atrair e reter profissionais nos cuidados continuados; ERS exige dados de escalas; há falta de cerca de 300 horas semanais

ERS identificou vários tipos de profissionais de saúde com rácios inferiores ao desejado em várias unidades de cuidados continuados
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  • Em abril de 2025, o Ministério da Saúde informou que seis enfermeiros apresentaram escusa de responsabilidade por alegada prestação de cuidados com rácios de enfermagem desadequados face à capacidade instalada.
  • A Entidade Reguladora da Saúde pediu à Residência Montepio Montijo dados sobre escalas e enfermeiros disponíveis por turno.
  • O gestor deveria assegurar, no total e para as três tipologias de cuidados continuados, 1300 horas semanais de enfermagem em presença permanente.
  • Das escalas avaliadas, estavam em falta mais de 300 horas semanais de enfermagem.
  • Um grupo de avaliação mostra-se empenhado em apresentar recomendações ao Governo até junho, defendendo um financiamento justo para atrair e reter profissionais.

Foi revelado que há défice de profissionais nos cuidados continuados, com o grupo a avaliar um “financiamento justo” para atrair e reter pessoal. A ideia é melhorar condições de funcionamento das unidades de cuidados continuados.

A notícia surge após uma comunicação do Ministério da Saúde, em Abril de 2025, de que seis enfermeiros apresentaram escusa de responsabilidade por alegada prestação de cuidados com rácios desadequados face à capacidade instalada. O caso motivou ações de verificação por parte da ERS.

A Entidade Reguladora da Saúde pediu à Residência Montepio Montijo (RMM) dados sobre escalas e enfermeiros disponíveis por turno. O objetivo é assegurar 1300 horas semanais de enfermagem em presença permanente, para as três tipologias de cuidados continuados.

Recomendações do grupo

O grupo avaliador pretende apresentar recomendações ao Governo até Junho, visando corrigir falhas de financiamento e de recurso humano. Centraliza-se a necessidade de condições estáveis para atrair profissionais e manter a qualidade dos cuidados.

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