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Ansiedade atinge 39,4% da população em 2025; 11,3% são graves

INE revela que ansiedade afeta 39,4% da população com 16 ou mais anos em 2025, sendo 11,3% casos graves; maior impacto em mulheres, idosos e desempregados

Ansiedade
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  • Em 2025, sintomas de ansiedade generalizada atingiram 39,4% da população com 16 ou mais anos, sendo 11,3% em níveis graves; há aumento de 7,4 pontos percentuais em relação a 2024.
  • As mulheres são mais afetadas (46,2% com ansiedade; 14,6% com gravidade) do que os homens (31,2%; 7,2% graves); a situação é mais severa entre idosos e desempregados.
  • Desempregados apresentam a maior proporção de ansiedade (50,2%); entre empregados é de 36,6% e entre inativos varia entre 41% nos reformados e 46,2% nos outros inativos.
  • O nível de escolaridade influencia: ensino superior (33,9%) e secundário (35,9%) têm valores menores de ansiedade do que quem não concluiu ensino básico (43,7%) ou não tinha qualquer nível (49,6%).
  • A satisfação com a vida manteve-se estável (média de 7,3/10); 52,7% consideram o estado de saúde bom ou muito bom, ligeiramente abaixo de 2024, mas acima de 2021-2023.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou, em 2025, que 39,4% da população com 16 ou mais anos apresenta sintomas de ansiedade generalizada. O estudo assinala um aumento de 7,4 p.p. face a 2024. Os dados integram o inquérito ICOR.

A ansiedade grave atinge 11,3% da população referida. O INE observa maior incidência entre mulheres (46,2% vs 31,2% nos homens) e entre pessoas idosas, com diferenças de até 3,5 p.p. nos casos mais severos.

Contexto e variações demográficas

Comparando com 2024, houve incremento de 7,4 p.p. em toda a população, com maior agravamento nas mulheres com menos de 65 anos. O nível de escolaridade também influencia, com menos ansiedade entre quem tem ensino superior ou secundário.

Escolaridade e observâncias profissionais

Pessoas sem qualquer escolaridade apresentam 49,6% de ansiedade; quem concluiu o básico, 43,7%. Desempregados registam 50,2% com sintomas de ansiedade generalizada, face a 36,6% entre os empregados.

Saúde percebida e satisfação de vida

Enquanto a ansiedade aumenta, a satisfação com a vida permanece estável em 7,3/10. 52,7% avaliam o próprio estado de saúde como bom ou muito bom, face a 53,6% em 2024. Reformados e inativos apresentam menores avaliações positivas.

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