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O que é rosácea? Médica explica o que precisa saber

Rosácea é doença inflamatória crónica, controlável mas não curável; diagnóstico é clínico e tratamento inclui cremes e medicação, com precaução face ao sol e ao stress

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  • A rosácea é uma doença inflamatória que afeta principalmente a face, causando vermelhidão, inchaço, pápulas e pústulas, e pode afetar também os olhos (olho rosáceo).
  • A médica Alexandra Osório explica que é uma doença crónica, que pode ser controlada mas não curada, com fatores desencadeantes como sol, álcool, stress, alimentos condimentados, temperaturas extremas e irritantes para a pele.
  • O diagnóstico é clínico, baseado na observação dos sintomas e na história do paciente; não há exame específico, sendo essencial a avaliação por um dermatologista.
  • O tratamento pode incluir cremes tópicos, medicamentos orais e cuidados com a pele, além de evitar fatores que agravem a condição.
  • A prevenção e o tratamento precoce são importantes para evitar o agravamento e melhorar a qualidade de vida; procure um dermatologista se surgirem sintomas semelhantes.

A Rosácea é uma doença inflamatória que afecta principalmente o rosto, causando vermelhidão, inchaço, pápulas e pústulas. Pode também afetar os olhos, levando ao que é conhecido como olho rosáceo, com irritação, vermelhidão e sensação de areia nos olhos.

A informação foi partilhada pela médica dermatologista Alexandra Osório no programa de televisão Olá, Bom Dia, na terça-feira. A especialista destacou que se trata de uma condição crónica que pode ser controlada, mas não curada, e que o diagnóstico é clínico, baseado na observação dos sintomas e na história do paciente.

O que é e quem está envolvido

A Dra. Alexandra Osório explicou que a rosácea exige avaliação dermatológica para confirmar o diagnóstico e identificar fatores desencadeantes individuais. A doença pode ser gerida com cremes tópicos, medicação oral e cuidados especializados com a pele.

Fatores de desencadeamento e diagnóstico

Entre os gatilhos apontados estão a exposição solar sem proteção, álcool, stress, alimentos condimentados, temperaturas extremas e irritantes para a pele. Não existe um exame único definitivo; a avaliação clínica é fundamental para orientar o tratamento.

Tratamento e prevenção

O tratamento pode combinar cremes, fármacos orais e medidas de proteção cutânea. Evitar fatores agravantes e iniciar o tratamento precoce são estratégias-chave para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Conclusões práticas

Caso surjam sintomas semelhantes, deve consultar-se um dermatologista para uma avaliação adequada e orientações personalizadas. A médica enfatizou a importância de prevenir agravamentos por meio de cuidados constantes e ajustes de estilo de vida.

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