- Um estudo com dois mil adultos americanos mostrou que 31% poderiam aceitar um corte salarial para se livrar das alergias; 39% abririam mão de bolos, chocolates e videojogos, 38% de café e 36% de redes sociais.
- Quatro em cada dez relata menos encontros durante a temporada de alergias, com média de 4,5 eventos cancelados ou adiados.
- Os sintomas mais frustrantes incluem coriza (27%), dor de garganta/erupções (19%) e fadiga (18%).
- A pesquisa foi encomendada pela Flonase e realizada pela OnePoll entre 24 de fevereiro e 1 de março, junto de 2 mil adultos com alergias.
- Em Portugal, prevêem-se concentrações muito elevadas de pólen até 6 de abril, com Açores moderados e Madeira baixos; alérgenos incluem carvalho, pinheiro, plátano, urtigas e parietárias.
Quase um terço dos adultos americanos consideraria reduzir o salário para se ver livre de alergias, segundo um estudo encomendado pela Flonase. A recolha de dados ocorreu entre 24 de fevereiro e 1 de março.
Quarenta por cento admitiram que as alergias afetam a vida social, incluindo encontros amorosos. A pesquisa indica que 39% dos inquiridos tiveram menos encontros durante a época de alergias.
Entre os sintomas mais incomodativos, destacam-se corrimento nasal (27%), dor de garganta e erupções (19%), e fadiga (18%). Os relatos apontam impacto emocional relevante na qualidade de vida.
Impacto emocional e estratégias de apoio
O estudo assinala que, antes das alergias, 31% dos participantes diziam estar muito felizes; esse valor desceu para 18% quando surgiram os sintomas. Medidas de alívio incluem medicação (52%) e remédios naturais (41%).
Estratégias de gestão sugeridas passam pela conversa com o médico, ajustes no estilo de vida, registo diário e prática de autocuidado, como meditação.
Contexto em Portugal
A Rede Portuguesa de Aerobiologia prevê concentrações muito elevadas de pólen até quinta-feira, 6 de abril, no país. As ilhas devem enfrentar níveis moderados nos Açores e baixos na Madeira, com pólen de carvalho, pinheiro, plátano, urtigas e parietárias.
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