Quase um terço dos adultos americanos consideraria reduzir o salário para se ver livre de alergias, segundo um estudo encomendado pela Flonase. A recolha de dados ocorreu entre 24 de fevereiro e 1 de março.
Quarenta por cento admitiram que as alergias afetam a vida social, incluindo encontros amorosos. A pesquisa indica que 39% dos inquiridos tiveram menos encontros durante a época de alergias.
Entre os sintomas mais incomodativos, destacam-se corrimento nasal (27%), dor de garganta e erupções (19%), e fadiga (18%). Os relatos apontam impacto emocional relevante na qualidade de vida.
Impacto emocional e estratégias de apoio
O estudo assinala que, antes das alergias, 31% dos participantes diziam estar muito felizes; esse valor desceu para 18% quando surgiram os sintomas. Medidas de alívio incluem medicação (52%) e remédios naturais (41%).
Estratégias de gestão sugeridas passam pela conversa com o médico, ajustes no estilo de vida, registo diário e prática de autocuidado, como meditação.
Contexto em Portugal
A Rede Portuguesa de Aerobiologia prevê concentrações muito elevadas de pólen até quinta-feira, 6 de abril, no país. As ilhas devem enfrentar níveis moderados nos Açores e baixos na Madeira, com pólen de carvalho, pinheiro, plátano, urtigas e parietárias.
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