O Parque de Saúde e Bem-Estar da Maia, em pleno centro da cidade, ficará pronto e disponível para a população no primeiro trimestre de 2027. A obra, orçada em 14 milhões de euros, integra várias valências de saúde num único edifício e tem capacidade para atender até 15 mil utentes.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, assegura que a conclusão do projeto é uma prioridade, mesmo que ultrapasse a data limite de utilização de fundos do PRR, fixada em 31 de agosto de 2026. O objetivo é que o parque esteja concluído, equipado e integrado no conjunto da Unidade Local de Saúde (ULS) São João.
O parque reunirá consultas descentralizadas de especialidades hospitalares — psicologia, nutrição, podologia e saúde oral —, bem como um centro de diagnóstico integrado, um centro de reabilitação e juntas médicas para atestado multiuso. A gestão é da ULS São João, com participação municipal na estratégia de implementação.
Finanças e prazos
Segundo o presidente da Câmara da Maia, António Silva Tiago, o projeto representa um dos maiores investimentos em saúde pública do país. O custo após a conclusão está estimado em cerca de 500 mil euros para equipamentos médicos.
O que muda para a população
O novo espaço visa facilitar o acesso a serviços de saúde num único local, aliviando a pressão sobre outras estruturas da região e promovendo a integração de cuidados. A autarquia e a ULS mantêm o acompanhamento próximo do cronograma, sobretudo quanto a eventuais obras que não fiquem prontas até ao fim de agosto de 2026.
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