- Em 2050, cerca de 358 mil portugueses terão algum tipo de demência.
- Peritos alertam para a necessidade de reorganizar os cuidados domiciliários e as estruturas de apoio aos doentes e cuidadores.
- Marcelo Mendonça, neurologista da Fundação Champalimaud, integra o projecto PATEO (Pessoas com Autonomia, Tecto, Espaço e Oportunidade).
- O objectivo é estudar como diversificar o apoio às pessoas com demência e aos seus cuidadores.
- O envelhecimento da população aumenta as doenças do movimento e neurodegenerativas, incluindo a demência, cujas respostas atuais são consideradas insuficientes.
Em Portugal, estima-se que em 2050 haja cerca de 358 mil pessoas com demência, o que exige repensar os cuidados domiciliários e as redes de apoio a doentes e cuidadores. O dado surge num contexto de envelhecimento population.
O estudo em foco é promovido pelo projecto PATEO – Pessoas com Autonomia, Tecto, Espaço e Oportunidade. O objetivo é explorar formas de diversificar o apoio a quem vive com demência e a quem presta assistência diariamente.
Marcelo Mendonça, neurologista da Fundação Champalimaud, destaca que o envelhecimento acarreta doenças neurodegenerativas e de movimento, para as quais as respostas atuais são insuficientes. O projecto pretende identificar soluções mais eficazes e acessíveis.
A iniciativa assinala a importância de reorganizar serviços e estruturas de apoio, ajustando-os às necessidades reais de doentes e cuidadores, com foco na melhoria da qualidade de vida e da autonomia em casa.
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