- A urgência regional de obstetrícia de Loures abriu a meio de março; o primeiro balanço aponta pouca expansão da atividade.
- A urgência de Almada, na Península de Setúbal, vai arrancar em abril.
- O modelo organizativo foi criado para responder à falta de médicos obstetras no Serviço Nacional de Saúde, com equipas a deslocar-se para assegurar os turnos.
- Questiona-se quais serviços vão encerrar e como devem agir as grávidas em caso de urgência.
- O objetivo é explicar o funcionamento e os desdobramentos da nova rede de urgência regional.
A urgência regional de obstetrícia foi criada para responder à falta de médicos obstetras no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Em Loures, o modelo começou a funcionar em meados de março, com equipas a deslocarem-se para assegurar os turnos. A operacionalização visa manter a disponibilidade de atendimento de urgência em obstetrícia.
A segunda urgência regional, na Península de Setúbal, está prevista arrancar em abril. O objetivo é igual: garantir serviços de obstetrícia mediante equipas móveis que assegurem a cobertura dos turnos necessários. A aposta é enfrentar a escassez de médicos em determinadas zonas.
Como funciona o modelo
O modelo envolve a deslocação de equipas especializadas para prestar atendimento nas urgências regionais, substituindo horários de serviço locais quando necessário. O objetivo é manter a disponibilidade de atendimento urgente sem depender exclusivamente de médicos disponíveis localmente.
O que muda e próximos passos
Os detalhes sobre encerramento de serviços locais ainda estão a ser definidos pelas áreas de saúde em cada região. As grávidas devem acompanhar as indicações das autoridades de saúde regionais e utilizar os serviços de urgência disponíveis de acordo com a orientação oficial.
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