- O número de dadores caiu 10 mil em oito anos, levando à diminuição das dádivas e das reservas de sangue.
- Dados de 2024, retirados do Relatório Anual de Hemovigilância, indicam 200.965 dadores (210.904 em 2017).
- Foram realizadas 299.914 dádivas de sangue e aférese, equivalentes a 27,2 por mil habitantes (frente a 30,9/1000 em 2017).
- A maior parte dos dadores tem entre 25 e 65 anos; 36 mil estão na faixa dos 18-24 anos.
- Novas regras para dadores pretendem incentivar à dádiva.
Em Portugal, o número de dadores de sangue caiu 10 mil nos últimos oito anos, o que levou à diminuição das dádivas e das reservas. Os dados mais recentes, de 2024, constam no Relatório Anual de Hemovigilância, e indicam uma redução global nostock de dadores e de dádivas.
No total, em 2024 existiam 200 965 dadores, menos que os 210 904 registados em 2017. Foram efetuadas 299 914 dádivas de sangue e de aférese, cerca de 27,2 por 1000 habitantes, frente a 30,9 por 1000 em 2017.
A maioria dos dadores tem entre 25 e 65 anos, com apenas 36 mil situados na faixa etária 18-24. A tendência sugere menor participação de jovens na dádiva, o que pode impactar a renovação do stock a médio prazo.
Dados-chave
Novas regras para dadores nasceram com o objetivo de incentivar a dádiva e aumentar as reservas. As mudanças ainda não detalham medidas específicas, mas apontam para potencial incremento da participação, sobretudo entre faixas mais jovens.
Este panorama reforça a necessidade de estratégias para promover a dádiva regular e manter níveis estáveis de reservas, uma vez que a disponibilidade de sangue continua dependente de campanhas de sensibilização e de programas de fidelização de dadores.
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