Desde o início das obras para instalar a bilheteira do Panteão Nacional, a Escola Básica de Santa Clara tem registado impactos no seu perímetro, com ruído, tapumes e maquinaria no recreio. Vêm relatos de aulas e atividades interrompidas pela intervenção, que decorre junto ao espaço escolar, a poucos metros do Panteão.
Os encarregados de educação envolvidos indicam falta de comunicação prévia sobre o cronograma e a natureza da obra. Além disso, apontam alterações no ambiente escolar, com pó no recreio e tremor no piso, gerando apreensão entre os alunos e famílias. O objetivo da intervenção, segundo os representantes, não fica claro para a comunidade educativa.
A data prevista para a resposta pública é esta sexta-feira, às 17h, quando os pais pretendem exigir a suspensão temporária das obras no perímetro da escola. A Associação de Trabalhadores da Educação (ATL) aponta que o investimento terá origem em verbas do PRR, sem detalhes sobre o impacto imediato na escola ou nas atividades letivas. A direção da escola não se pronunciou até ao momento.
Reivindicação e contexto
Pais explicam que não foram informados de forma adequada sobre o início e a duração da intervenção, o que dificulta o planeamento de atividades escolares. O ruído constante e a circulação de maquinaria geram desconforto entre docentes, alunos e famílias. A equipa educativa mantém o foco na continuidade do ensino, apesar do transtorno.
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