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Ordem exige divulgação urgente de mapa de vagas no SNS para jovens médicos

Ordem dos Médicos exige divulgação urgente do mapa de vagas do SNS para jovens médicos, defendendo a abertura de todas as vagas em Medicina Geral e Familiar nas unidades sem médico de família

No caso da Medicina Geral e Familiar, a Ordem dos Médicos sustenta que devem ser abertas todas as vagas
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  • A Ordem dos Médicos pediu divulgação urgente do mapa de vagas para colocação de jovens médicos no SNS, lembrando a concorrência do setor privado.
  • Afirmou que a Direção Executiva do SNS e o Ministério da Saúde devem antecipar as dinâmicas dos recursos humanos, publicando o mapa o mais cedo possível, idealmente antes do fim do internato médico.
  • Defende que as vagas identificadas e não ocupadas permaneçam abertas até serem preenchidas, por refletirem necessidades reais do SNS.
  • Na Medicina Geral e Familiar, propõe abrir todas as vagas em unidades com utentes sem médico de família, com planeamento a privilegiar zonas carenciadas.
  • Recomenda iniciar o processo de contratação em abril para evitar atrasos de vários meses e manter a capacidade do SNS de competir por estes médicos.

A Ordem dos Médicos pediu esta quarta-feira a divulgação urgente do mapa de vagas para colocação de jovens médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS). O objetivo é evitar perdas no sector privado e antecipar necessidades de recursos humanos.

Segundo a instituição, a Direção Executiva do SNS e o Ministério da Saúde devem planear com base nas dinâmicas existentes, abrindo o mapa de vagas o mais cedo possível, idealmente antes do fim do internato médico.

A entidade defende também que vagas identificadas sem preenchimento devem permanecer abertas até serem ocupadas, para responder a necessidades reais do SNS. A gestão das colocações deve privilegiar zonas com maior carência de médicos.

Medicina Geral e Familiar

No que toca à Medicina Geral e Familiar, a Ordem sustenta que todas as vagas devem ser abertas nas unidades com utentes sem médico de família, para reforçar o acompanhamento básico.

José Durão, coordenador da Comissão para as Idoneidades e Capacidades Formativas, sublinha a importância de um planeamento que priorize regiões com menos recursos, de forma a equilibrar a distribuição de médicos.

A organização recomenda ainda iniciar o processo de contratação em abril, para evitar atrasos de vários meses que possam comprometer a capacidade de atração de médicos pelo SNS.

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