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Ministra da Saúde apela às grávidas do SNS e alerta para riscos de partos caseiros

Ministra da Saúde alerta para risco de partos fora do Serviço Nacional de Saúde (SNS); 1.207 grávidas optaram por casa nos últimos sete anos, com 220 transferências

Foto: Arquivo
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  • A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, pediu às grávidas que sejam acompanhadas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que evitem partos em casa.
  • Em Évora, destacou que os partos feitos em condições caseiras não são seguros, mesmo respeitando a decisão das famílias.
  • O apelo surge após o semanário Expresso divulgar que 1.207 grávidas optaram por ter os filhos fora do hospital nos últimos sete anos.
  • Destas, 220 crianças nasceram fora do hospital e, 18,39%, acabaram por ser transferidas para uma urgência, sobretudo durante a fase ativa do parto (71,62%), devido a complicações.
  • A ministra mencionou a criação de urgências externas centralizadas de ginecologia e obstetrícia para ter equipas mais robustas, assegurando segurança no parto e mantendo as taxas de mortalidade infantil e materna entre as melhores.

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, apelou hoje às grávidas para que sejam acompanhadas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e para que parem o parto no SNS. Em Évora, sublinhou a preocupação com a segurança dos partos realizados em condições caseiras.

Dados do semanário Expresso, com base na Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras, indicam 1.207 grávidas que escolheram ter os filhos fora do hospital nos últimos sete anos. A notícia aponta que esse grupo envolve parto fora do hospital.

Entre as grávidas que optaram por parto fora do hospital, 220 acabaram transferidas para uma urgência, o que representa 18,39%. A maioria destas transferências ocorreu durante a fase ativa do parto (71,62%).

Medidas para reforçar a segurança do parto

Ana Paula Martins explicou que o SNS quer acompanhar todas as grávidas para manter as taxas de mortalidade infantil e materna entre as melhores da Europa. A ministra mencionou a criação de urgências externas, de âmbito regional, de Ginecologia e Obstetrícia, como medida para reforçar equipas.

Com as urgências externas centralizadas, pretende-se assegurar equipas robustas e reforçadas para responder às necessidades das grávidas. A governante reiterou que a prioridade é evitar partos sem acompanhamento médico adequado.

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