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Relatório indica queda de ecstasy, aumento de cocaína e cetamina

Estudo europeu aponta queda de 16% no MDMA nas águas residuais; cocaína aumenta 22% e cetamina 41%, com variações entre cidades

Um agente da polícia segura um único comprimido de MDMA, também conhecido como ecstasy, durante uma apresentação aos meios de comunicação social no Aeroporto El Dorado, em Bogotá, Colômbia, quinta-feira, 22 de junho de 2017.
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  • Um estudo monitorizou o consumo de drogas ilícitas através de águas residuais em 115 cidades europeias de 25 países, com dados de 2024 para 2025.
  • MDMA (ecstasy) caiu quase 16% no conjunto europeu, enquanto a cetamina subiu 41% e a cocaína aumentou 22%.
  • A descida do MDMA é associada a uma mudança de preferências entre os jovens, com maior procura por cetamina e catinonas sintéticas.
  • As maiores concentrações de MDMA foram encontradas em cidades da Bélgica, Espanha e Países Baixos, e as de cetamina na Bélgica, Alemanha e Países Baixos.
  • A cannabis continua a droga ilícita mais consumida na Europa, enquanto a cocaína permanece mais elevada na Europa Ocidental e Meridional; observou-se picos de cocaína e MDMA no fim de semana.

A análise de águas residuais em 115 cidades europeias de 25 países aponta uma queda de quase 16% no MDMA, também conhecido por ecstasy, entre 2024 e 2025. O estudo foi realizado em parceria com a Agência da União Europeia de Luta contra a Droga (EUDA).

Ao mesmo tempo, registou-se um aumento de 22% na carga de metabolitos de cocaína nas águas residuais europeias. A cetamina também registrou subida significativa, de 41%, no mesmo período. Os dados ajudam a mapear padrões de consumo na região.

Os investigadores destacam que as maiores concentrações de MDMA ocorreram em cidades da Bélgica, Espanha e Países Baixos, enquanto os níveis mais elevados de cetamina se observaram na Bélgica, Alemanha e Países Baixos. A cannabis manteve-se como a substância mais consumida na Europa, com cerca de 24 milhões de utilizadores estimados.

Desdobramentos por região e substância

A análise aponta variações entre países e até entre cidades do mesmo estado, refletindo fatores como oferta, universidades e zonas de diversão noturna. O estudo indica que, em fins de semana, os picos de cocaína e MDMA são mais elevados, com outras drogas apresentando padrões mais estáveis durante a semana.

Contexto temporal

Os dados não refletem a pandemia de Covid-19, que alterou o funcionamento de espaços de lazer, e não se observou a mesma tendência de queda do MDMA durante aquele período. Os responsáveis sublinham que as mudanças de hábitos entre faixas etárias influenciam os resultados.

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