- Seis anos depois, a covid-19 é hoje uma realidade longínqua para muitos, mas as memórias e impactos permanecem.
- Ana recorda a sensação de ter estado em coma ao abrir as redes sociais.
- Catarina não se inquietou com a solidão, apenas não queria sair do hospital que parecia uma segunda casa.
- Célia descreve o desconforto da máscara colada ao rosto durante o parto.
- Emmy, mãe de bebé prematuro, não pôde segurar o filho durante dois meses, um trauma que persiste.
Seis anos depois do início da pandemia, a covid-19 continua a fazer parte da vida cotidiana em Portugal. Este texto reúne testemunhos que evidenciam impactos duradouros, recolhidos pela jornalista Ana Tulha com fotografias de Leonel de Castro.
Entre os relatos, surgem nomes como Ana, Catarina, Célia e Emmy. Cada um mostra uma experiência distinta com a crise sanitária, desde o impacto emocional até às dificuldades vividas no hospital e na recuperação pós‑covid.
Ana recorda a sensação de acordar num mundo quase estranho, como se tivesse estado em coma, ao abrir as redes sociais. Catarina descreve a solidão durante o internamento, desejando apenas permanecer no hospital que se tornou a sua casa.
Célia aponta para o desconforto físico durante a experiência de dar à luz, com a máscara a limitar a respiração. Emmy, mãe de um bebé prematuro, aponta o trauma de não poder segurar o filho durante dois meses, uma ausência que ainda persiste.
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