Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Vigilância tardia e concentração de imigrantes explicam mortalidade infantil

Concentração de migrantes e vigilância tardia explicam a maior mortalidade infantil no Litoral Alentejano, entre as ULS com as taxas mais altas do país

No litoral alentejano, a taxa de mortalidade infantil atingiu quase o dobro da média nacional
0:00
Carregando...
0:00

A mortalidade infantil na Unidade Local de Saúde (ULS) do Litoral Alentejano foi a mais elevada entre as 39 ULS do país, com 5,5 óbitos por 1000 nados-vivos entre 2022 e 2024. O valor supera quase o dobro da média nacional, que se situou em 2,8.

Outras ULS registaram taxas altas, nomeadamente Arco Ribeirinho e Almada-Seixal, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS). A comparação entre unidades aponta para uma concentração regional de mortalidade infantil.

Para o presidente do colégio de pediatria da Ordem dos Médicos, Ricardo Jorge da Costa, as regiões com maiores fluxos migratórios concentram muitas mães imigrantes. A explicação apontada é que muitas gestantes recorrem aos cuidados de saúde em fases mais tardias.

Causas e perspetivas

Apenas a vigilância neonatal tardia foi indicada como possível fator contributivo, associada a preocupações com acessibilidade e continuidade de cuidados no seio de populações migrantes. A DGS destaca a necessidade de reforçar a vigilância e o acompanhamento pré e pós-natal nessas regiões.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais