- A lagarta do pinheiro, também chamada processionária, representa um perigo para cães e gatos que frequentam zonas de pinhais.
- Possui cerca de cento e vinte mil pelos urticantes que são libertados quando se sente ameaçada.
- Esses pelos contêm taumatoeína, uma proteína tóxica que pode causar reações alérgicas graves e necrose de tecidos.
- O risco ocorre se os animais cheirarem ou lamberem os insetos, ou entrarem em contacto com eles.
- O alerta exige evitar áreas infestadas e procurar atendimento veterinário em caso de contacto.
A chegada da primavera acende um alerta para quem frequenta zonas de pinhais com animais de estimação. A lagarta do pinheiro, ou processionária, tem cerca de 120 mil pelos urticantes. Quando ameaçada, liberta-os, com proteína tóxica taumetoeína, que pode causar lesões em cães e gatos que cheirem ou lambejam os insetos.
Os pelos atuam como setas venenosas, provocando reações alérgicas graves e necrose de tecidos. Pequenos contactos podem desencadear irritação na pele, olhos e vias respiratórias. Animais curiosos são particularmente vulneráveis, sobretudo se cheiram as lagartas durante passeios.
Prevenção e cuidados
- Evite zonas de pinheiros com presença de processionárias, especialmente em épocas quentes e secas.
- Caso haja contacto, não toque nos pelos; procure imediatamente orientação veterinária.
- Limpe áreas habitadas por animais para reduzir o risco de exposição, removendo ninhos visíveis com cuidado.
Quem está envolvido
- Donos de animais devem monitorizar sessões de passeio e evitar pinhais infestados.
- Profissionais de saúde animal reforçam a necessidade de vigilância em zonas de risco.
- Autoridades locais podem emitir avisos sazonais e orientar sobre saneamento de ninhos.
Fonte: Pets & Company reporta o risco associado à lagarta do pinheiro durante a Primavera, com dados sobre a toxicidade e as medidas preventivas.
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