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Investigação conclui que jovem cometeu suicídio

Investigação conclui que a vítima tirou a própria vida; não há indícios de intervenção de terceiros

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  • A investigação do Ministério Público concluiu que Maria Luemba, 17 anos, viveu o que aconteceu em junho na casa da família, com a morte ocorrida antes das 17h20 de 12 de junho.
  • A autópsia indicou ferimento traumático na região do pescoço causado pela corda; não houve indicação de intervenção de terceiros no relatório.
  • A Polícia Judiciária e o MP concluíram pela ausência de crime, mantendo a versão de morte por autoagressão; inicialmente a PJ disse não haver investigação em curso.
  • Familiares mencionaram suspeitas de perseguição por parte de um vizinho; o Consulado de Angola acompanha o caso e os advogados da mãe solicitam acesso aos autos para avaliar uma eventual reação processual.
  • O caso gerou dois outros inquéritos: um por dano e ameaça contra a mãe, Ladis Baltazar, e outro por discriminação e incitação à violência, com possível difamação e injúria relacionado a uma publicação nas redes sociais.

O Ministério Público arquivou o inquérito sobre a morte de Maria Luemba, de 17 anos, concluindo que a jovem tirou a própria vida. O despacho aponta que Maria morreu antes das 17h20 de 12 de junho, na casa onde residia com a família.

Segundo o documento, o irmão encontrou a jovem sentada junto à janela, com uma corda envolta no pescoço. Não houve indicação de intervenção de terceiros, e a perícia descreve uma lesão traumática causada pela corda, não um golpe visível no pescoço. A PJ confirmou a inexistência de crime.

O relatório também descreve que não houve entradas ou saídas registadas na residência no vídeo analisado e que, nos telemóveis da jovem, não foi identificada matéria relevante. A procuradora Vera Quadros Santos sublinha que não foram indicadas suspeitas de crime, incluindo homicídio ou roubo, no âmbito do caso.

Mudanças de tema: novos inquéritos abertos

A abertura do inquérito à morte de Maria Luemba levou a investigações paralelas. Uma segunda averiguação investiga danos e ameaças, especialmente ligadas à mãe da jovem, Ladis Baltazar, com suspeitas de violência e insultos de natureza racista.

O processo também envolve um terceiro inquérito por discriminação e incitação à violência, relacionado com uma publicação na rede social Facebook dirigida à mãe de Maria Luemba. Familiares e advogados aguardam acesso aos autos para avaliar possíveis contestações ao arquivamento.

Advogados da mãe manifestaram reiteradamente o desejo de aceder aos elementos do processo, solicitando repetidamente informações ao Ministério Público desde julho de 2025. O consulado de Angola acompanha o caso desde o seu início.

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