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Orçamento visa transferir fundos dos países da coesão para economias mais fortes

Orçamento da UE transfere fundos da coesão para economias mais fortes, sinalizando mudança de quadro e maior foco na resposta a crises, critica Kata Tütto

Kata Tüto, presidente do Comité Europeu das Regiões
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  • O orçamento da UE é visto como transferir dinheiro dos países de coesão para as economias mais fortes.
  • O orçamento, que foi um instrumento de investimento a longo prazo, está a tornar-se cada vez mais uma ferramenta de resposta a crises.
  • Kata Tüto, presidente do Comité das Regiões, afirma que a nova arquitetura proposta pela Comissão Europeia para o quadro financeiro plurianual é problemática.
  • A dirigente descreve a visão apresentada como muito empresarial e distante da perspetiva da Europa social.
  • A entrevista foi publicada pelo jornal Público.

A presidente do Comité das Regiões, Kata Tütto, afirma que o orçamento da UE está a passar de um instrumento de investimento a longo prazo para uma ferramenta de resposta a crises. A crítica surge na sequência de uma entrevista publicada pelo jornal PÚBLICO.

Tütto sustenta que a nova arquitetura proposta pela Comissão Europeia para o quadro financeiro plurianual (MFF) é demasiado orientada para uma perspetiva empresarial. Segundo a líder húngara, a abordagem atual pode distanciar as políticas tradicionais de Bruxelas.

A dirigente explica que a proposta tende a transferir recursos dos países da coesão para as economias mais fortes, o que, na perspetiva dela, pode comprometer serviços e investidores menos desenvolvidos. A discussão envolve o equilíbrio entre investimento estrutural e resposta a crises.

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