- O empresário Pedro Feist, que faleceu no mês passado, ficou sem o relógio Cartier avaliado em 45 mil euros, uma das vítimas.
- A Polícia Judiciária indica que os assaltantes ostentam distintivos falsos e vestem fatos semelhantes aos de agentes da autoridade para intimidar as vítimas.
- Os crimes ocorrem em várias regiões, sobretudo na zona de Lisboa e no Grande Porto, mirando residências de pessoas com elevado poder económico.
- Os grupos costumam ter entre três e cinco indivíduos, entram armados e obrigam os moradores a entregar joias, dinheiro e eletrónica.
- A PJ aconselha não abrir a porta a quem se apresente como autoridade sem identificação e a confirmar a identidade através do 112 ou da polícia local, mantendo a calma.
Três indivíduos ensaiam furtos em habitações, recorrendo a distintivos falsos e fatos semelhantes aos da polícia para intimidar as vítimas. Os assaltos são relatados como ocorrências em várias regiões do país, sobretudo na área de Lisboa e no Grande Porto.
Entre as vítimas está o empresário Pedro Feist, que faleceu no mês anterior. Um dos objetos furtados foi um relógio da Cartier, avaliado em 45 mil euros, conforme informações divulgadas pela PJ.
A Polícia Judiciária explica que os gangues costumam atuar em grupos de três a cinco elementos, que entram nas casas armados e exigem joias, dinheiro e eletrónica. A PJ alerta para o aumento destes crimes e para não abrir a porta a quem se apresente sem identificação.
Medidas de prevenção
A PJ recomenda não confirmar a identidade de supostos agentes sem identificação. Em caso de dúvida, ligar para 112 ou contactar a polícia local para validação. A prioridade é manter a calma e assegurar a segurança das pessoas dentro da casa.
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