- O proprietário do lar Maupiya Sewana, em Anguruwatota, ficou em prisão preventiva até 11 de junho, após o incêndio que ceifou a vida a 12 residentes.
- O lar funcionava ilegalmente e não cumpria os padrões mínimos de cuidados a idosos; a vítima mais jovem tinha 17 anos.
- Onze residentes morreram no local e a 12ª vítima morreu no hospital; seis feridos ficaram com sequelas da inalação de fumo.
- Foram resgatados 51 residentes e membros do staff e encaminhados para uma escola pública próxima.
- A polícia aponta que o incêndio pode ter começado numa arrecadação com dezenas de colchões empilhados, e a investigação está a decorrer sob um magistrado.
O proprietário de um lar de idosos não autorizado no Sri Lanka ficou em prisão preventiva após um incêndio que, na noite de quarta-feira, ceifou 12 vidas em Anguruwatota, a sul de Colombo. A polícia investiga as circunstâncias e possíveis violações regulatórias.
Isuru Anushka, responsável pelo Maupiya Sewana, foi detido até 11 de junho, no âmbito de um inquérito dirigido por um magistrado. A instituição não tinha licença e não cumpria os padrões mínimos exigidos aos cuidadores de pessoas idosas.
Segundo a polícia, 11 residentes morreram no local e a 12ª vítima faleceu no hospital devido às queimaduras. Outras seis pessoas conseguiram escapar, sofrendo inalação de fumo. Dados preliminares sugerem início do fogo numa arrecadação com colchões.
Forenses recolheram sete corpos entre os destroços, elevando o balanço para 12 mortos. A AFP reportou que o proprietário foi visto algemado a ser levado para o local, enquanto a autoridade ouvia sobreviventes e vizinhos.
Além de idosos, o lar acolhia ainda jovens com problemas de saúde mental. A polícia informou que 51 residentes e funcionários foram transferidos para uma escola pública próxima para receber atendimento e abrigo temporário.
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