- John Bolton, ex-conselheiro de segurança nacional de Donald Trump, vai declarar-se culpado numa acusação de retenção de informações confidenciais.
- O acordo com o Departamento de Justiça pode evitar pena de prisão, segundo a fonte ligada ao caso.
- O processo, iniciado em outubro, envolvia 18 acusações de reter ou partilhar notas com familiares durante a preparação de um livro de memórias.
- O acordo prevê uma multa de 2,25 milhões de dólares; a pena máxima de prisão é até cinco anos, mas pode ser evitada conforme o acordo.
- Uma nova audiência de acusação está marcada para 26 de junho; o Departamento de Justiça não comentou o assunto.
John Bolton, antigo conselheiro de segurança nacional de Donald Trump, concordou em declarar-se culpado de uma acusação isolada de retenção de informações confidenciais, segundo a Associated Press, citando uma fonte próxima do caso. A notícia aponta para um acordo com o Departamento de Justiça.
O processo foi aberto em outubro, envolvendo 18 acusações de guardar ou partilhar notas com familiares que, alegadamente, continham informações confidenciais, enquanto Bolton preparava um livro sobre o tempo no Governo. O objetivo seria evitar divulgação indevida.
Pelo acordo, Bolton pode enfrentar uma multa de 2,25 milhões de dólares. A pena de prisão máxima associada à acusação é de até cinco anos, mas o desfecho depende da avaliação de um juiz. A audiência de acusação está marcada para 26 de junho.
Audiência de acusação marcada
A tentativa de confissão abre caminho para um possível acordo formal, sem que haja comentário oficial do Departamento de Justiça. A delimitação das consequências ficará a cargo do tribunal, conforme informado pela imprensa. O DOJ não comentou o caso.
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