- A Polícia Judiciária realizou uma operação de buscas domiciliárias relacionada com suspeitas de corrupção, entre outros crimes, em contratos de aluguer de helicópteros para combate aos fogos rurais.
- O principal alvo foi Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
- Foram constituídos quatro arguidos: três pessoas e uma empresa.
- Ricardo Leitão Machado foi constituído arguido; o pai e o advogado também foram visados.
- O empresário envolvido declarou rendimentos em Portugal, Inglaterra e Dubai.
A Polícia Judiciária realizou, nesta quinta-feira, buscas domiciliárias no âmbito de uma investigação de crimes de corrupção relacionados com contratos de aluguer de helicópteros para o combate aos fogos rurais. A operação visa apurar responsabilidades em diversos aspetos do processo.
O principal alvo das diligências foi Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro. Estão a ser consideradas quatro ocasiões de inquirição, envolvendo três arguidos pessoas e uma empresa.
Entre os visados reúnem-se um pai e um advogado, segundo o que é avançado pelo CM. O empresário em causa declarou rendimentos em Portugal, Inglaterra e Dubai, revelando diversificação geográfica de ativos.
A investigação foca-se na possível ocorrência de corrupção na contratação de serviços de helicópteros destinados ao combate aos incêndios rurais. Os detalhes oficiais permanecem sob reserva, com a PJ a confirmar apenas que há quatro arguidos constituídos.
Numa nota prática, a ação decorreu ao longo desta quinta-feira, envolvendo diligências de recolha de prova em território nacional. O processo continua a admitir novas informações ou deputadas declarações.
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