- O Tribunal de Odemira decretou a prisão preventiva de dois dos sete suspeitos, um homem e uma mulher, por tráfico de droga.
- O grupo era composto por cinco homens e duas mulheres, com idades entre 25 e 50 anos, e foi presente a primeiro interrogatório judicial na quarta e quinta-feira.
- Os outros cinco arguidos ficaram em liberdade, com apresentações bissemanais no posto da GNR na respetiva área de residência.
- A detenção integra uma investigação que durava cerca de um ano, durante a qual a GNR desmantelou uma rede de venda de droga na região de Odemira, com oito mandados de busca.
- A operação resultou na apreensão de 145 doses de cocaína, 102 doses de haxixe, nove telemóveis, 165 euros, duas balanças, uma arma branca (faca butterfly) e material para recorte e embalo de droga.
O Tribunal Judicial de Odemira decretou a prisão preventiva de dois dos sete detidos, um homem e uma mulher, suspeitos de tráfico de droga no concelho alentejano. A detenção ocorreu na terça-feira, com a confirmação pela GNR.
Os sete suspeitos, cinco homens e duas mulheres entre os 25 e os 50 anos, foram presentes a primeiro interrogatório judicial na quarta e quinta-feira, no Tribunal de Odemira. Dois arguidos ficaram em prisão preventiva; os restantes ficam obrigados a apresentações bissemanais.
Nesta operação, a GNR informou também ter efectuado oito mandados de busca, sendo dois domiciliários e seis em veículos. A investigação, que durava cerca de um ano, visou desmantelar a rede de venda de estupefacentes na região.
Investigação e detenções
Foram apreendidas 145 doses de cocaína e 102 doses de haxixe, além de nove telemóveis e 165 euros em numerário. Também foram confiscadas duas balanças digitais, uma arma branca e diverso material de preparação e embalagem de droga.
A ação incluiu cinco cartões de memória, cinco pen drives, dois portáteis e outros artigos utilizados no recorte e embalagem das substâncias. A investigação prossegue para esclarecer a extensão da rede e a responsabilidade de cada suspeito.
De acordo com o Comando Territorial de Beja da GNR, a operação resulta de diligências que se mantêm em curso para evitar novas situações de tráfico na região. Fontes policiais não avançaram com pormenores adicionais sobre eventuais ligações entre os arguidos.
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