- O advogado do jovem de 16 anos baleado em Talaíde, Amadora, admitiu que o ataque foi racista e xenófobo.
- O rapaz, de etnia cigana, foi atingido por um dos 12 disparos na noite de sábado e encontra-se estável; o hospital indica recuperação com alta prevista nos próximos dias.
- A polícia deteve um suspeito de 20 anos, com antecedentes por violência e agressões, e investiga o caso.
- O jovem recebe apoio psicológico, a família coopera com as autoridades e ele frequenta a escola local na zona de Talaíde.
- A comunidade cigana teme discriminação e violência; as autoridades são solicitadas a tomar medidas para proteção e combate ao racismo; a investigação continua.
O advogado do jovem de 16 anos baleado em Oeiras afirmou que o ataque foi racista. O rapaz, da etnia cigana, foi alvejado por um dos 12 disparos ocorridos no bairro de Talaíde, na Amadora, na noite de sábado. O caso está a ser investigado pela polícia, e o jovem encontra-se estável.
Segundo o advogado, o jovem está a receber apoio psicológico e a família colabora com as autoridades. A vítima reside em Talaíde e frequenta a escola local. O ataque ocorreu num contexto de denúncias na comunidade cigana de discriminação e violência.
Investigação e detenção
A polícia identificou e deteve, na manhã de domingo, um suspeito de 20 anos. O suspeito já tinha antecedentes criminais por violência e agressões, segundo fonte policial. A polícia mantém o caso em apuração e solicita colaboração para esclarecer motivação e circunstâncias.
O jovem foi transportado ao hospital, onde foi submetido a cirurgia. O estado de saúde é descrito como estável e com recuperação em curso, esperando-se alta nos próximos dias. A comunidade cigana reforça a necessidade de proteção e de medidas contra o racismo.
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