- A ASAE informou uma retirada preventiva e voluntária de lotes específicos de fórmulas infantis NAN e Alfamino Júnior, anunciada pela Nestlé Portugal, devido à presença potencial de cereulida (toxina da Bacillus cereus) encontrada numa matéria-prima.
- A medida é preventiva e não houve registo de casos de doença até ao momento.
- Os produtos abrangidos pertencem às gamas NAN (AR, Sem Lactose, TOTAL, OPTIPRO, SUPREMEPRO, PreNAN) e Alfamino Júnior; a lista de lotes pode ser consultada no site da Nestlé.
- Os operadores económicos devem retirar os lotes afetados de venda, segregá-los e contactar a Nestlé para devolução, conforme a legislação em vigor; os consumidores devem verificar o lote e, se constar na lista, suspender o uso e pedir reembolso.
- A ASAE, em parceria com a DGAV, acompanha a retirada para garantir rastreabilidade e proteção da saúde pública, seguindo as orientações de comunicação de risco da EFSA.
A ASAE confirmou uma retirada preventiva e voluntária de lotes específicos de fórmulas infantis NAN e Alfamino Júnior, anunciada pela Nestlé Portugal. A decisão surge devido à possível presença de cereulida, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus, detetada numa matéria-prima.
A operação envolve a participação das autoridades nacionais competentes, com a Nestlé a coordenar a recolha de produtos. O objetivo é evitar qualquer risco para bebés, mantendo a atuação dentro da normalidade regulatória de retirações preventivas.
Até ao momento não há registos de doenças associadas. Caso um bebé consuma a fórmula contaminada, podem ocorrer vómitos entre 30 minutos e 6 horas após a ingestão, diarreia e sonolência.
A retirada abrange produtos das gamas NAN (AR, Sem Lactose, TOTAL, OPTIPRO, SUPREMEPRO, PreNAN) e Alfamino Júnior. A lista de lotes afetados pode ser consultada pela Nestlé em canal oficial da marca.
Os operadores económicos são instruídos a retirar, segregar e devolver os lotes afetados, seguindo a legislação vigente. Os consumidores devem verificar o lote e, se constar na lista, suspender o uso.
Se já houve consumo, apenas devem procurar um profissional de saúde em caso de surgirem sintomas. A ASAE, em articulação com a DGAV, acompanha o processo para assegurar rastreabilidade e proteção da saúde pública.
Medidas de acompanhamento e comunicação
A ASAE e a DGAV monitorizam a retirada e mantêm a comunicação de risco em conformidade com as diretrizes da EFSA, com especial atenção à proteção de lactentes.
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