- O presidente Donald Trump discursou no National Mall durante as celebrações do 250º aniversário dos EUA, após adiamento por mau tempo, exaltando a grandeza do país e afirmando que ninguém poderá igualar o seu poderio.
- Reiterou alertas sobre a ameaça do comunismo, sugerindo que não há espaço para comunistas nos EUA e mencionando vitórias de candidatos democratas socialistas nas primárias para as eleições de novembro.
- Defendeu a reforma eleitoral “Lei SAVE America”, que exige identificação de eleitores e prova de cidadania, com voto por correspondência limitado a alguns casos.
- Convidou veteranos a subir ao palco e destacou bandeiras históricas, incluindo a promessa de hasteá-la no Capitólio e, em breve, por astronautas no regresso à Lua.
- O evento fechou com fogo de artifício, integrado numa série de celebrações que suscitou críticas por politização; outras cidades também realizaram atividades num cenário de calor extremo.
O presidente dos EUA discursou no National Mall, após um atraso devido ao mau tempo, durante as celebrações dos 250 anos da Independência. O objetivo foi exaltar a grandeza do país e defender políticas defendidas pela Administração. O evento ocorreu num contexto de polémica sobre a politização das comemorações.
Trump repetiu mensagens sobre a supremacia norte-americana e lançou advertências sobre a ameaça do comunismo, associando vitórias de candidatos democratas socialistas às primárias para as eleições intercalares de novembro. O tom foi de comício, com referências a valores de patriotismo.
Outra linha central do discurso foi a defesa de uma reforma eleitoral controversa, que exige documentos de identificação para votar nas eleições federais e restringiria o voto por correspondência, exceto em casos específicos. A proposta permanece pendente no Congresso.
Contexto da celebração
O presidente associou o momento histórico a promessas políticas, defendendo a implementação da Lei SAVE America e destacando a necessidade de provas de cidadania para todos os eleitores. O objetivo é estruturar o processo eleitoral com regras mais rígidas.
Durante a cerimónia, veteranos subiram ao palco para saudar bandeiras históricas, e Trump afirmou que a força dos EUA não é motivo de vergonha, promovendo um espírito de nacionalismo. O discurso incluiu referências a heroísmo e aos valores de liberdade.
Organização e reação
No fim do discurso, Trump prometeu entregar uma bandeira hasteada no Capitólio, com a expectativa de que brevemente seja hasteada por astronautas no regresso à Lua. O evento em Washington foi o ponto alto de semanas de celebrações, alvo de críticas por parte de opositores.
Paralelamente, a Administração criou o Freedom 250 para eventos alternativos à iniciativa America250. A Grande Feira Estadual Americana, realizada na capital, teve adesão abaixo do esperado, em meio a calor extremo e cancelamento de várias atuações.
Outras cidades, como Nova Iorque e Los Angeles, também celebraram o 250.º aniversário com concertos e desfiles. Vários eventos ao ar livre foram adiados ou cancelados devido à onda de calor que afetou o país.
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