- A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) afirmou seguir com preocupação a situação do sismo na Venezuela e mostrou proximidade para com as pessoas afetadas, com pelo menos 164 mortos.
- A CEP destaca comunidades portuguesas na Venezuela e familiares em Portugal, bem como portugueses e venezuelanos que vivem em Portugal, inquietos com o que se passa.
- Em comunicado, a Igreja em Portugal disse que acompanhará a evolução da situação e, em diálogo com entidades competentes, ajudará na resposta às necessidades que surgirem.
- Dois grandes sismos abalaram a Venezuela na quarta-feira: magnitude 7,2 a cerca de 200 quilómetros de Caracas e, de seguida, 7,5, com cerca de 20 réplicas, segundo o USGS.
- O balanço oficial aponta mais de 900 feridos e a região de La Guaira, ao norte de Caracas, entre as mais afetadas, com dezenas de edifícios destruídos ou gravemente danificados; as autoridades decretaram o estado de emergência.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) indicou esta quinta-feira acompanhar com preocupação a situação do sismo ocorrido na quarta-feira na Venezuela, manifestando proximidade para com todas as pessoas afetadas pelo desastre natural, que já provocou pelo menos 164 mortos.
O porta-voz aponta especial atenção às comunidades portuguesas residentes na Venezuela e aos familiares, bem como aos cidadãos portugueses e venezuelanos que vivem em Portugal e acompanham a situação com grande inquietação.
Segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), ocorreram dois grandes sismos na região: o primeiro, de magnitude 7,2, situou-se a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um de 7,5 e várias réplicas.
Mais de 900 pessoas ficaram feridas, e dezenas de edifícios foram destruídos ou gravemente danificados na região de La Guaira, ao norte de Caracas, uma das zonas mais afetadas.
As autoridades venezuelanas declararam o estado de emergência, enquanto a CEP afirma que a Igreja em Portugal acompanha a evolução da situação e procura colaborar com entidades competentes para responder às necessidades que surgirem.
Contexto e resposta humanitária
A CEP destaca a importância de uma resposta coordenada entre instituições religiosas e civis para apoiar os afetados, incluindo comunidades portuguesas, em moldes que sejam compatíveis com a gravidade da crise.
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