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Espólio de Leonard Cohen condena uso de Hallelujah em comício de Trump

Espólio de Leonard Cohen condena uso de Hallelujah no comício de Trump na abertura da Great American State Fair, gerando controvérsia e críticas

Presidente Donald Trump termina o discurso na abertura da Great American State Fair, em Washington, EUA, em 24 de junho de 2026
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  • O espólio de Leonard Cohen informou que a canção Hallelujah não está autorizada a ser cantada num comício de Donald Trump.
  • Trump tinha anunciado que Hallelujah seria interpretada na abertura da Great American State Fair, a 24 de junho, em Washington, D.C.
  • A estreia da feira, criada para assinalar o 250.º aniversário dos EUA, foi marcada por controvérsia e pela saída de vários artistas do cartaz.
  • O tenor Christopher Macchio atuou em conjunto com o sargento-mor de artilharia Kevin Bennear, apesar do avisado do espólio de Cohen.
  • A noite contou ainda com a atuação de Alexis Wilkins a cantar o hino nacional; o evento prolonga-se por dezasseis dias e tem enfrentado recusa de alguns estados.

Em Washington, DC, a Grande Feira Estadual Americana, criada para celebrar o 250º aniversário dos EUA, abriu com polémica. O espólio de Leonard Cohen condenou a utilização da música Hallelujah num comício de apoio a Donald Trump, anunciado semanas antes pelo próprio presidente. A decisão gerou críticas entre fãs e músicos, que apontaram ligações entre o evento e o movimento MAGA.

O concerto Freedom 250 foi alvo de controvérsia desde o início, com vários artistas a abandonar o cartaz. Trump acabou por cancelar o concerto original, mas manteve um comício substituto no National Mall, que incluiu a interpretação da música de Cohen. O espólio em comunicado negou autorização e recusou a aprovação de qualquer utilização semelhante.

No entanto, o tenor Christopher Macchio atuou, acompanhado pelo sargento-mor de artilharia Kevin Bennear, da Banda de Fuzileiros Navais dos EUA. Trump já tinha elogiado Macchio na Truth Social, destacando a voz do cantor. Macchio já tinha interpretado Hallelujah na Convenção Nacional Republicana de 2020, o que alimentou críticas sobre a consistência da divulgação.

A canção, lançada em 1984, destacou-se pela forma enfática com que foi conduzida pelos dois intérpretes. A forte oposição do espólio de Cohen manteve-se, com a solicitação de a Sony Music enviar uma carta a cessar a utilização da obra na campanha presidencial.

A noite de abertura da Great American State Fair incluiu ainda a atuação da jovem cantora Alexis Wilkins, de country, que interpretou o hino nacional. Wilkins, namorada do diretor do FBI, Kash Patel, enfrentou críticas ao ser integrada no cartaz à última hora, o que suscitou acusações de favorecimento.

A grande celebração do 250º aniversário dos EUA deverá durar 16 dias. Diversos estados recusaram participar no evento, por preocupações em relação ao seu cariz político. As polémicas têm acompanhado as celebrações, desde debates sobre a viabilidade de concertos até questionamentos sobre influências partidárias.

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