- O Júri Nacional de Exames ajustou o calendário de correção dos exames nacionais do ensino secundário devido a atrasos na distribuição das credenciais de acesso, mantendo o prazo final de 10 de julho para envio das classificações.
- A correção da prova de Português do 12.º ano deveria começar na terça-feira, mas apenas parte dos professores corretores recebeu as credenciais.
- Os exames mantêm-se em papel, mas, pela primeira vez, as classificações serão feitas em formato digital; a correção de Português deveria terminar até 6 de julho para enviar as classificações até 10 de julho.
- A EduQA explica que o processo é novo e de grande dimensão, com desafios logísticos e tecnológicos, e que houve flexibilidade no calendário para acomodar dificuldades sem comprometer os prazos.
- O movimento Missão Escola Pública questiona a capacidade do sistema e critica a distribuição faseada de itens de classificação, mantendo a preocupação com o cumprimento atempado do calendário da avaliação externa.
O Júri Nacional de Exames (JNE) ajustou o calendário de correção dos exames nacionais do ensino secundário devido a atrasos na distribuição das credenciais de acesso. Mantém, no entanto, o prazo final de 10 de julho para envio das classificações. A alteração visa assegurar um período de classificação igual para todos os exames.
As provas continuam a realizar-se em papel, mas pela primeira vez serão corrigidas em formato digital. Para a prova de Português do 12.º ano, a correção deveria ter começado na terça-feira, uma semana após o exame, mas as credenciais ainda não chegaram a todos os docentes.
O atraso foi confirmado pelo JNE numa comunicação publicada no EduQA, que reconhece tratar-se de um processo novo e de grande dimensão, com desafios logísticos e tecnológicos. O objetivo é manter a consistência entre as disciplinas sujeitas a exame até ao prazo de 10 de julho.
Esclarecimento oficial
O EduQA adianta que o JNE irá entregar as respostas aos professores classificadores à medida que vão sendo processadas, e que as pautas serão afixadas a 14 de julho. O movimento Missão Escola Pública criticou a distribuição faseada dos itens de classificação e questionou o rigor do Ministério da Educação.
Entre na conversa da comunidade