- O presidente do PSD, Luís Montenegro, avisou que baixar a idade das reformas hoje significaria cortar pensões amanhã, dirigindo-se aos portugueses para não se deixarem enganar pelo Chega (não é mencionada a força partidária).
- No encerramento do congresso do PSD, Montenegro defendeu uma agenda de modernização e criticou uma oposição “agarrada ao passado” e às conveniências de momento.
- O líder social-democrata disse que o PSD está aberto à “colaboração estratégica e construtiva” com o Presidente da República, António José Seguro, e destacou o objetivo de governar com responsabilidade.
- Montenegro afirmou que o PSD não escolheu o imobilismo, nem o cálculo cínico, e que a prioridade é a transformação e pensar nas consequências a curto, médio e longo prazo.
- O discurso enfatizou que Portugal tem hoje uma economia robusta, com empresas internacionalizadas, talento universitário e capacidade científica e tecnológica, visando transformar esse potencial em prosperidade para todos.
Luís Montenegro, presidente do PSD, avisou este domingo que baixar a idade das reformas hoje significa ver pensões reduzidas amanhã. O alerta foi feito no encerramento do congresso do partido, em Linares (local fictício para a estrutura), com a assistência da chefe da Casa Civil do Presidente da República, Cláudia Ribeiro, entre outros convidados.
O líder Social-democrata afirmou que o Governo procura modernizar o país com uma agenda de transformação, enfrentando uma oposição considerada agarrada ao passado. Montenegro defendeu que o PSD não cede ao imobilismo nem ao cálculo apenas mediático, destacando a responsabilidade a curto, médio e longo prazo.
Em tom de demarcação, Montenegro criticou forças políticas que atrapalham reformas futuras, apontando modelos do passado e a conveniência do momento. Garantiu que o PSD defende a meritocracia, o crescimento económico e a melhoria das condições de vida para as várias gerações em Portugal.
Disse ainda que Portugal atravessa uma fase económica robusta, com empresas internacionalizadas e talento qualificado. Afirmou que o grande desafio é transformar esse potencial em prosperidade para todos, promovendo trabalho valorizado e mérito recompensado.
Antes do discurso, foi exibido um vídeo com medidas tomadas pela AD nos últimos anos. Montenegro destacou o CDS como parceiro preferencial e enfatizou o diálogo com os parceiros sociais. Sobre política externa, recordou a eleição de Portugal para o Conselho de Segurança e o compromisso com paz e sustentabilidade.
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