- Luís Montenegro, presidente do PSD e primeiro-ministro, afirmou no arranque do 43.º Congresso do PSD que não está preocupado com o seu futuro político.
- O congresso decorre até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).
- Montenegro disse que não se deixará intimidar nem ceder a pressões, afirmando que governa para cumprir o programa e não por causa das eleições.
- Garantiu que está atento aos sinais da sociedade e dos cidadãos comuns, e que o país deve seguir em frente com firmeza.
- Entre as prioridades, destacou tornar o Estado mais eficiente, reduzir burocracia, promover transparência e diminuir desigualdades territoriais, afirmando que Portugal está a evoluir e que o governo continuará a trabalhar para o tornar maior.
Luís Montenegro afirmou no arranque do 43.º Congresso do PSD que não está preocupado com o futuro político, acrescentando que não se deixará intimidar nem cederá a pressões. O evento decorre até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, Aveiro. A intervenção teve cerca de 30 minutos e seguiu-se à abertura oficial do Congresso.
O líder social-democrata reforçou a ideia de assumir riscos e de não governar apenas para as eleições, defendendo que a prioridade é cumprir o programa e executar o compromisso para o país. A mensagem foi interpretada como resposta a críticas internas, sem mencionar destinatários.
Montenegro reconheceu ouvir com humildade os sinais da sociedade e dos cidadãos, destacando que estes sinais estão distantes de leituras promovidas por quem tem mais visibilidade mediática. O discurso enfatizou a responsabilidade de organizar o trabalho do Governo.
O presidente do PSD assinalou que o objetivo é levar Portugal para a frente com firmeza, sem ceder a pressas. Garantiu que o governo responde ao ruído, ao ressentimento, ao imobilismo e à falta de coragem com trabalho concreto.
Entre as prioridades, o líder destacou a necessidade de tornar o Estado mais eficiente, reduzir burocracia, aumentar transparência e promover igualdade de oportunidades. Promove ainda uma redução das desigualdades territoriais.
Montenegro descreveu a visão do PSD como um Portugal maior, moderno, arejado, credível e atrativo. O tom do seu discurso reforçou a ideia de continuidade da estratégia traçada pela moção de estratégia global do partido.
O 43.º Congresso acontece num momento de atuação partidária estratégica, com foco na construção de legitimidade junto da base e da sociedade. A organização do evento continua até ao encerramento, previsto para domingo.
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