- Câmaras de todo o país pedem aos empreiteiros para adiarem as férias dos trabalhadores até depois de 31 de agosto.
- O dia D é a conclusão das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
- O incumprimento dos prazos pode implicar a perda total dos fundos do PRR.
- Em escolas e unidades de saúde, as empreitadas são dadas como finalizadas com 90% dos trabalhos concluídos.
As câmaras de todo o país estão a pedir aos empreiteiros que adiem as férias dos trabalhadores até depois de 31 de agosto. Esse dia é considerado crítico para a conclusão das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Os autarcas destacam a necessidade de evitar atrasos que comprometam oFunding PRR e a manutenção de fundos. O objetivo é manter o ritmo de execução até ao fecho do projeto, sob pena de perderem o financiamento disponível.
Em escolas e unidades de saúde, as empreitadas já vão ser consideradas finalizadas quando 90% dos trabalhos estiverem concluídos. A pressão é para que a retoma de atividades siga sem interrupções até ao desfecho das intervenções.
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