- Ribau Esteves rejeita a ideia de “unanimismo” em torno de Luís Montenegro e afirma que o país precisa de um Governo de legislatura.
- O presidente da CCDR Centro diz que questionar a liderança do líder do PSD seria “o acto mais grave” capaz de desestabilizar o país.
- Montenegro foi reeleito líder do PSD com 94,8% dos votos.
- A ausência de críticas ao liderança e às ações do Governo nas moções apresentadas ao 43.º Congresso não é sinal de falta de debate, mas de responsabilidade política.
- Otondo 2026 será “o ano capital” para a reforma do Estado, e o PSD deve manter o diálogo com o Chega, apesar das “muito poucas” afinidades programáticas entre ambos.
Ribau Esteves afirmou que questionar a liderança de Luís Montenegro seria o ato menos responsável e potencialmente desestabilizador para o país. O aviso foi feito em contexto de coberturas sobre o 43º Congresso do PSD.
O presidente da CCDR Centro afirmou, em entrevista ao PÚBLICO, que o país precisa de um Governo de legislatura e que críticas não significam falta de debate, antes colocadas como responsabilidade política.
Ainda segundo o responsável, 2026 será decisivo para a reforma do Estado. Sobre alianças, defende que o PSD deve manter diálogo com o Chega, mesmo reconhecendo forças programáticas limitadas entre ambos.
Contexto e declarações
Luís Montenegro foi reeleito líder do PSD com 94,8% dos votos no congresso, enquanto a direção mantém foco em estabilidade governamental. As declarações de Esteves surgem em meio ao debate sobre relações com o Chega.
Quem está envolvido: Ribau Esteves, Luís Montenegro e o Chega, com atuação no PSD. Onde: Portugal, durante o 43º Congresso do PSD. Quando: no contexto das primeiras avaliações públicas após a eleição interna.
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